<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762</id><updated>2012-02-16T19:16:30.131-08:00</updated><category term='t'/><title type='text'>véu de maya(h)</title><subtitle type='html'>prefiro ser esta metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3412918659685452975</id><published>2011-04-12T16:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-12T17:34:20.573-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='t'/><title type='text'>encantos e umbigos</title><content type='html'>foi um daquele dias de acordar abstrada. o diego iria rir, como riu quando leu essa frase, de helena acordando abstrada, no livro da jane tutikian. e acordei abstrata e, como helena diz, é sempre mau sinal.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;despertador tocou e eu fiz a rotina de todos os dias: o desliguei. e antes mesmo de abrir os olhos soube que seria um dia sem nada de especial. não que coisas diferentes não acontecessem - afinal, não é todo dia que se aprende (dá pra falar que aprendi?), enfim, que se é ensinada a arrancar na lomba. mas seria um dia incompleto, sem brilho e encantos. e se alguém me dissesse isso, eu diria que o encanto está em todas as partes, que tem que saber olhar e que um dia sem encanto serve para que os dias com encanto acontecerem. mas pra mim, hoje, não. nada desses (auto) consolos. e sem aqueles desesperos infantis. foi um dia sem encanto, ponto. depois de um certo tempo, a gente se acostuma a aceitar as coisas não tão felizes assim com um simples: ponto. logo vem outro dia e quem sabe se resolve. e, se não resolver, outra coisa vai acontecer. e ponto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;repassando na minha mente, penso que não soube nada. que só imaginava que seriam 24h um tanto vazias e tortas. mas o meu lado otimista resolveu deixar os reclames de lado e encarar o trânsito, os telefonemas, os sotaques, o sapato vermelho e, inclusive, as lombas. e o meu lado desequilibrado pelos hormonios da tpm - nem sei se acredito muito nisso, mas me consola pensar que há algo físico fora do trilho do que psicológico (afinal, minhas idas duas vezes por semana na terapia me ensinaram a ser desequilibrada apenas dentro de uma sala branca, com duas cadeiras listradas coloridas, onde somente eu e ela possamos perceber) - e, como eu ia dizendo, esse fora de foco do dia de hoje resolveu olhar para o meu próprio umbigo e.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;descobri que não penso mais só no meu próprio umbigo. que é o meu umbigo e o umbigo dele. perigoso, os cautelosos me diriam. que lindo, os românticos sussurrariam. e agora? digo eu. não soube nunca cuidar direito do meu próprio umbigo, como vou cuidar de mais um? como colocar na balança, entender, perceber outro umbigo e não só umbigo, mas barriga, peito, pescoço, ombos, mãos, pernas, joelhos, pés, rosto e coração, meu deus, cuidar de outro coração. e pesar e olhar e medir e avançar e retornar e segurar e se impor e contornar, meu deus, como ser uma pessoa sendo duas? e daí vem a crise. não a crise de ó-credo-o-que-estou-fazendo-aqui-quero-pegar-o-próximo-avião-e-partir, mas a crise de pronto-agora-tu-é-uma-mulher; pronto-agora-tu-conhece-o-amor; pronto-agora-tu-tem-outra-vida. e é a outra vida que transforma os dias vazios em encantados e quando essa outra vida não está por perto e meu dia tá cinza, vem a crise. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e no meio da crise eu leio sem querer um texto de uma amiga que não é desse mundo, é de outro, é de vênus, que gira pro lado contrário de todos os outros planetas, que é de lá, do mesmo lugar que eu e ela diz que não há nada mais triste e lindo que uma mulher triste. e fala da inocencia e inexperiencia que se perde com a experiencia. e das tristezas que já não são mais caos e sim tristeza. e é isso. é acordar abstrata, de pé virada, triste. e ser assim. e passar o dia comum, sem encantos. e saber que, apesar do não planejado (&lt;i&gt;aprende, nem tudo sai como planejado), &lt;/i&gt;se tem um lar num piscar de olhos e que daqui a pouco se vai ouvir o tilintar das chaves e o encanto vai abrir a porta contando do seu dia. ele e o seu umbigo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3412918659685452975?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3412918659685452975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2011/04/encantos-e-umbigos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3412918659685452975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3412918659685452975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2011/04/encantos-e-umbigos.html' title='encantos e umbigos'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3424587865315517126</id><published>2011-01-14T05:29:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T05:36:29.257-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;b&gt;Escrito em 14 de dezembro de 2010 e postado aqui: &lt;a href="http://coracaodetinta.tumblr.com/post/2315137402/como-o-coracao-pintado-nessa-porta-branca-pela"&gt;http://coracaodetinta.tumblr.com/post/2315137402/como-o-coracao-pintado-nessa-porta-branca-pela&lt;/a&gt;. Sem nome, também.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TTBQHpOmISI/AAAAAAAAA8E/Y6vc4SMKJ8o/s1600/tumblr_ldfpjdNCHH1qamue6o1_500.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TTBQHpOmISI/AAAAAAAAA8E/Y6vc4SMKJ8o/s320/tumblr_ldfpjdNCHH1qamue6o1_500.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5562033632058941730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Como o coração pintado nessa porta branca: pela metade, incompleto, vazio. Alguns detalhes e desenhos em degrade, algumas tentativas, mas o cansaço tomou conta e ele já se assumiu incompleto e assim continua preso ali. Então eu digo que não quero falar de amor, que eu cansei do amor e de tudo que ele traz, cansei de pichar nas paredes e implorar pras pessoas serem mais reais, mais humanas, cansei de deixar as pessoas entrarem aqui e eu cansei de tentar me entregar. De fazer o esforço pra alguém com alma tão livre e coração tão inquieto se aquietar em algum lugar. Se tivesse um botão off, eu apertaria agora mesmo. Cansei desses bla bla blás de sempre de todas as pessoa apaixonadas e de todas as pessoas com dor de cotovelo e estou de saco cheio de mim mesma de todo o amor que sai das pontas dos meus dedos quando digito que não quero falar de amor. Essa coisa tão inevitável e insuportável que é, essa força que move o mundo e ninguém vê, esse sentimento que faz meu peito pulsar e me enlouquecer, cansei dele. De todas as histórias incompletas e cheias de dramas, de todas as dores e perdas e dissabores e pregos e da vulgaridade com que se tornou freqüente e de como ele é frágil em minhas mãos, mas continua querendo voltar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3424587865315517126?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3424587865315517126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2011/01/escrito-em-14-de-dezembro-de-2010-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3424587865315517126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3424587865315517126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2011/01/escrito-em-14-de-dezembro-de-2010-e.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TTBQHpOmISI/AAAAAAAAA8E/Y6vc4SMKJ8o/s72-c/tumblr_ldfpjdNCHH1qamue6o1_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-1322567689318809738</id><published>2010-12-16T05:23:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T05:26:31.327-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); line-height: 22px; "&gt;&lt;header style="display: block; "&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font: normal normal normal 30px/40px Georgia, serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;header style="display: block; "&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 30px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font: normal normal normal 30px/40px Georgia, serif; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px; font-size: 15px; "&gt;&lt;b&gt;Esse foi escrito em 8 de outubro de 2010 e eu gosto MUITO dele.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 30px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font: normal normal normal 30px/40px Georgia, serif; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a rel="bookmark" href="http://coracaodetinta.tumblr.com/post/1271229348/desaprendendo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 30px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-decoration: none; color: rgb(17, 17, 17); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Desaprendendo.&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;Não gosto dos textos de “aprendi que…”. Porque, embora acreditamos que estamos a todo tempo aprendendo algo, estamos desaprendendo. Desaprendendo a falar, a ser sinceros, a ser da essência. Aprender a jogar não é aprender. Ter resoluções que não levam a nada - a não ser para escrever um texto bonito, as pessoas te elogiarem e você achar que é uma pessoa melhor - não é aprender. Se dar conta do que você nunca precisaria aprender, se você não permitisse ter sido corrompido aos longos os anos,  não é ser uma pessoa melhor. É voltar atrás. É se mostra vencido. Se mostrar vencido não é ruim, mas não tem toda essa nobreza que você exala apresentando que baixou a cabeça e decidiu um dia “olha só, como eu sou coitado, fui orgulhoso e bati de cabeça tantas vezes e aprendi, finalmente”. Bem incoerente e revoltante assim. E culpam a mídia, culpam a sociedade, culpam seus pais, culpam seus amigos. Culpe a si mesmo. Com todo esse aprendizado que você diz que tem, o que você tem feito? Você tem amado ao próximo como a ti mesmo? Você tem amado teus inimigos? Ou tem esbarrado nele em festas, derrubado copos de cerveja? Você ajuda uma pessoa a juntar as coisas que derrubou no meio da rua num dia de chuva? Ou você segue apressado o seu caminho? Você possui compaixão? Aquela dos países germânicos - que é compartilhar o sentimento que o outro sente, não essa bobagem que nós, dos países latinos chamamos de compaixão. Goethe (foi Goethe?) diz que a gente confunde compaixão com piedade. Quanta bobagem, nós, amantes latinos, tão animados e calorosos, tão mais receptivos e amáveis que o resto do mundo. Então me diz, ó nativo do país que estende a mão, VOCÊ TEM ESTENDIDO A MÃO? Você aprendeu, com todas essas vivências que diz possuir, você voltou a ser inocente como uma criança sensível e tem feito o melhor para os outros, qualquer pessoa que cruze a sua vida? Você tem amado estranhos tanto quanto ama a sua família? Aprendeu a valorizar seus pais? Devíamos, DESDE SEMPRE, valorizar o ser humano, QUALQUER SER HUMANO. Devíamos ter respeito, solidariedade, compaixão. E me irrito com o mundo, com você, com meus pais, com a sociedade, com a mídia e, PRINCIPALMENTE, comigo. Que tou aqui, escrevendo esse texto, mas não fazendo tudo que poderia fazer. Sei que hoje, ao sair dessas quatro paredes em que me prendo para no final do mês ganhar algum dinheiro para que possa, não mudar o mundo, mas pagar minhas festas, bebidas, roupas e futilidades, sei que ao sair dessas quatro paredes vou sentar na sarjeta na rua enquanto a chuva caí e admitir que nesses meus 21 anos de estradas e desencontros e ditos aprendizados, não aprendi nada. E quem sabe, AÍ, eu possa ser uma pessoa melhor.&lt;/div&gt;&lt;/header&gt;&lt;section style="display: block; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Boa sexta.&lt;/p&gt;&lt;/section&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/header&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-1322567689318809738?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/1322567689318809738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-foi-escrito-em-8-de-outubro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1322567689318809738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1322567689318809738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-foi-escrito-em-8-de-outubro-de.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3086780862285729036</id><published>2010-12-16T05:21:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T05:22:21.522-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Esse é de setembro de 2010 e pode ser encontrado aqui: &lt;a href="http://coracaodetinta.tumblr.com/post/1052156802/pra-mim-escrever-e-uma-especie-de-criacao-de"&gt;http://coracaodetinta.tumblr.com/post/1052156802/pra-mim-escrever-e-uma-especie-de-criacao-de&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Pra mim, escrever é uma espécie de criação de identidade. De construir e si mesmo. Uma espécie de garantia de si próprio. Como se ficasse evidente tudo que se é, que se busca, que se quer. Mesmo dizendo o que não se quer, constrói-se algo: o não querer. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Não pararei de escrever, mas tenho tentado me buscar além daqui, além das palavras. Porque eu não preciso narrar e falar das coisas para elas existirem. Eu não preciso limitar elas em folhas, livros, papéis ou textos. Elas podem ficar aqui dentro sem se debater. Elas podem não ser nomeadas nem determinadas. Elas podem existir sem motivo. Porque algumas coisas simplesmente não tem uma razão. E preciso aprender que isso é bom, que isso é capaz de ser tolerado, que é até bonito e, principalmente, parte da vida. Assim, me ensino que não preciso ter sempre raízes. Que posso ter asas que tanto escrevo que tenho, mas andam um tanto quanto fechadas e presas. Preciso de um voo. Um mergulho. Saltei.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3086780862285729036?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3086780862285729036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-e-de-setembro-de-2010-e-pode-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3086780862285729036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3086780862285729036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-e-de-setembro-de-2010-e-pode-ser.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-1173279490666461503</id><published>2010-12-16T05:14:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T05:16:51.623-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;b&gt;Esse é de 26 de Julho e foi postado com a foto aqui&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;b&gt;:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;b&gt; &lt;a href="http://coracaodetinta.tumblr.com/post/864106412/foi-entao-que-eu-tive-vontade-de-muitas-coisas-de#disqus_thread"&gt;http://coracaodetinta.tumblr.com/post/864106412/foi-entao-que-eu-tive-vontade-de-muitas-coisas-de#disqus_thread&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;b&gt;Eu reli agora e lembrei que gosto bastante. Só não tem nome.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;Foi então que eu tive vontade de muitas coisas. De escrever, de falar dele, do outro, de mim, de ninguém. Falar dos riscos que fiz no rosto enquanto ouvia aquela banda que não lembrava a ninguém mais além de mim e me lembrava de todos ao mesmo tempo. De contar de todas as vezes que fugi e fingi que simplesmente não queria mais, mas quando o que eu mais queria era estar lá e não fugir e não temer e parar. Eu tive vontade de acender incensos e lembrei que tinha alergia e espirrava sempre com o cheiro e que não havia incensos em casa. Fora aqueles que comprei nesse verão na cidade baixa porque o vendedor falava num sotaque espanhol bonito e era muito simpático e me fez rir e um sorriso vale dois reais quando a pessoa necessita. Mas depois encontrei ele outra noite quente nas mesmas ruas e ele me veio com o mesmo discurso e então perdi o encanto e nunca mais tive vontade de acender incensos. Não que eu fosse acender – já disse que me dão alergia? – mas eu antes tinha vontade. Deixei de ter quando vi os mesmos argumentos, as mesmas brincadeiras, a mesma estratégia. Hoje, enquanto pensava nele, no outro, em mim e ninguém, tive vontade de acender incensos. E pensei se eu não era que nem aquele vendedor ambulante, que também repetia ações, fatos, palavras, estratégias. Se não somos todos repetitivos. E então me olhei no espelho. E comecei a pintar o rosto, usando aquele estojo de maquiagem há quatro anos – nossa, já faz quatro anos? – guardado no armário do banheiro. Não sei se havia um motivo específico, mas agora relatando me questiono se não foi para provar que não sou repetitiva. Que ainda tenho algo de criativo em mim e que é desperto a qualquer hora e então&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;passei a sombra preta e aquele pó foi pintando a minha pálpebra. Não havia pincel, não encontrei e nem quis muito procurar, com medo que o impulso de pintar o rosto sem motivo algum passasse. Eu nunca fui detalhista, muito menos perfeccionista mesmo. Me senti meio primata, um pouco índia, pintando o rosto com as mãos. Creio que foi nesse pensamento que pensei que pintar os olhos apenas era muito atual e eu queria algo além, algo mais da essência, algo que passasse do comum e das limitações que a sociedade – que papinho de socialista furado esse, hein, moça – impõe. Então peguei o delineador e risquei o rosto. Primeiro um traço fino. Outro mais grosso. Uma mancha, um borrado. Não tem problema. Do outro lado, um coração. Comigo, sempre tem coração. Não saio do clichê, mas é o meu clichê. Que nem as palavras do vendedor ambulante eram as palavras dele. Quis acender um incenso, busquei nos meus armários tão bagunçados, não encontrei. Naquele momento eu acenderia e espirraria e acharia lindo que estava com um incenso aceso e espirrando e pintando rosto e ouvindo minhas músicas e rindo e chorando e interpretando e me destruindo de mim mesma, e me encontrando em qualquer outro lugar desse quarto que até que enfim está tomando a minha cara. Até aquela mancha rosa na parede que eu tapo com um quadro de fotos preto-e-branco – pra lembrar que preto e branco também é cor – é a minha cara. Sou meio manchada, assim. Meio incompleta, também. Mas pintada, dançando, rindo e sóbria sóbria sóbria eu tava sendo sincera comigo mesma&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;e ainda mais além. Então tirei fotos, mas daí já roubei toda a sinceridade do momento e logo me arrependi de ter tirado as fotos e me senti feito os índios que achavam que a câmera fotográfica roubava a alma, mas acho que eles confundiram a palavra, creio que eles queriam dizer que a câmera rouba o momento que em vez de sentirmos estamos preocupados em retratar. Então a mágica quebrou e eu peguei minhas roupas e fui pro banho. Pensei, de novo, que queria muitas coisas. Talvez não incenso, mas velas. Eu gosto de velas.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;E falar dele, também. Dele não sei se gosto. Mas não agora. Falo em breve. Num próximo texto. Numa próxima vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-1173279490666461503?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/1173279490666461503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-e-de-26-de-julho-e-foi-postado-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1173279490666461503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1173279490666461503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/12/esse-e-de-26-de-julho-e-foi-postado-com.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-573286991600066054</id><published>2010-11-09T11:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T14:24:45.022-08:00</updated><title type='text'>"Cadê teus textos?"</title><content type='html'>Engaiolados, trancados em alguma gavetinha dentro de mim. Penso que cansei de me repetir, de falar das minhas inconstancias, das minhas procuras, das minhas (in)seguranças e tristezas. Poderia escrever sobre tudo isso, como já escrevi. Só que momentos tão únicos quando nao expressados são tão medíocres quando colocados em palavras.&lt;div&gt;Não tenho escrito por não saber o que viver e não querer provocar nenhuma bagunça além da já existente aqui dentro. Minha inconstância e gênio forte já são maléficos suficientes fora para além do meu corpo e coração. Quando estão aqui dentro, me preocupam ainda mais. O problema é que escrever é se procurar. Ando segurando as rédeas pra não perder o controle das situações. Para não perder o controle de mim. Conversava com ela, aqueles olhos claros que me fitam toda segunda e sexta-feira.  Pra começar e terminar a semana com alguma conclusão que pareciam tão claras mas iam - e ainda vão - se perdendo ao longo dos dias. Me olhou e disse que eu era muito esperta, que todo esse tempo que pensavamos que eu fugia dos outros, fugia mesmo de mim mesma. Calei-me. Não tinha muito o que dizer depois dessa conclusão. Vou falar o que? "pronto, me desvendou"?. E do que adianta se desvendar se não se sabe o que fazer com isso? &lt;i&gt;Revolution is not easy with a civil war on the inside, &lt;/i&gt;já dizia o poeta. Daí lembro da frase do Nenê de 'eu estou cansado de estar cansado' e de que  " 'calma não é pra mim' foi só uma frase que inventei pra me manter no meio do redeminho". Porque eu gosto do redemoinho. Eu gosto da montanha-russa, do frio na barriga, do incerto. E por isso a inconstância. São muitas aqui dentro numa total incoerência e ela me apontando o quão frágil e forte eu sou. O quanto eu gosto do drama. Escrevi há poucos pra vida que a gente se vitimiza tanto. Costuma a achar as coisas maiores do que são e se sente idiota por saber que tá fazendo tempestade em copo d'água, mas sem conseguir parar de fazer. É que a gente teme o normal, o rotineiro. Porque, pra nós, o normal, o rotineiro, mata. Consome, cega, acostuma, lava o teu cérebro e tu acha que aquela é a única opção da vida, quando tu podia estar fazendo um milhão de coisas - longe de tudo isso que a gente construiu. E acabo pensando se o que eu faço não é simplesmente banalizar tudo que eu já construí. Cuspir no prato que comeu, sabe? Diminuir tudo que se criou, para si. Não sei o quanto querer mais e diferente é bom, é revolucionário. Ou só é fuga. É não saber lidar com dor, com pesar, com desconforto, desagrado. Pular fora na primeira discordância, no primeiro mal-estar. É ir pro calmo, pro seguro, pro que se tem controle. Pra poder construir qualquer castelo de cartas novamente e abrir a janela para que o vento entre e derrube tudo. Acontece que a gente se esquece que &lt;i&gt;life starts when you get out of your comfort zone&lt;/i&gt;. Daí me acho mesmo uma hipócrita, uma fraude, uma ilusão (maya maya maya). Penso que tudo que falo é pra construir alguém muito mais forte, bacana e descolada do que quem escreve agora. Mas depois releio os textos que escrevo e não me acho nem um pouco frágil, clichê e medrosa como as palavras que aqui me definem. Daí ela me olha de novo naquelas quatro paredes brancas, onde eu sento na cadeira mais colorida sempre e me diz "acho que tu tem medo. mas do que tu tem medo? e qual é o problema de não estar tudo bem? qual é o problema de estar tudo parado?". E me acho total incompetente de não saber responder nem do que tanto temo. Porque pra mim, tudo é fantasia sempre, por mais que sempre peça coisas mais reais. Concluo que, pra mim, o real é a fantasia.  E é perigoso que se imagine que o real possa ser fantasia porque a fantasia é perfeita. A fantasia é como a gente quer que seja, no momento que a gente quer. Na fantasia, pode-se querer tudo, ao mesmo tempo. Em questão de segundos, se está em outro lugar, com outras pessoas, falando outra lingua, vivendo outra realidade. Na fantasia, ninguém fica magoado. Na fantasia, tu é o centro - e só. E daí pensei MEU DEUS DO CÉU, como eu sou boba e egoista de querer viver na fantasia o tempo todo, de ter tudo certo aqui dentro da minha mente e como sou covarde de não encarar o que realmente é realidade. De odiar encarar o dia a dia, em que a chuva não é bonita e romantica, mas sim traiçoeira (chuva neeeegra) e traz doença e sujeira e mal humor. Nada de bonito. Chuva é bonita dentro de casa escutando música. Dentro de casa escutando música é fantasia. Realidade é sair correndo do almoço, atrasada pra ir trabalhar - na chuva. Chegar encharcada e não ter tempo de se secar porque na realidade o telefone não para de tocar, as demandas nao param de chegar e só existe desencontros e desavenças. Realidade é o não controle. E realidade é a vida. Fantasia serve pra impulsionar. Mas se não impulsiona, se só imagina, sonha, nada adianta. Todo mundo deveria sonhar, sim. Mas todo mundo deveria encarar a realidade. e E AI, vai ter isso isso isso de dificuldade, VAI ARREGAR OU VAI ENCARAR? Tu vai ter que acordar todo dia as seis da manhã, ler um milhão de textos, passar fome, pegar ônibus lotado, discutir com um monte de gente, não baixar a cabeça. Porque o mundo não é perfeito e a gente tem que batalhar por igualdade, por segurança, por sinceridade, por educação, por cultura. PORQUE NA FANTASIA todo mundo tem isso. E melhor do que viver na fantasia querendo que seja real, é construir um real que parece fantasia. Não o tempo todo. Mas o tempo que der. E isso é a gente que faz. Não são os outros. É a gente. Escolho não arregar e me dói colocar na parede. Me dói ao mesmo tempo que fortalece. Por onde andam meus textos? Engasgados por aí. Mas pra conseguir continuar convivendo comigo mesma, pelo menos por um tempo até que eu  me aquiete e aceite todas essas condições de mim, enquanto olhar no espelho por muito tempo me dar vontade de destruir a mim mesma e todo o resto do mundo, enquanto isso, não escrevo. Pra tentar me descobrir no tempo, sem forçar. Pra ir até onde eu possa aguentar. 'Peixes é ir até o limite, ir até a beira do abismo e balançar os pés'. Tou balançando aqui. Mas tenho que voltar, não posso me atirar. Porque se atirar e sair voando é fantasia. E eu tou vivendo no mundo real. E meus textos são fantasias, fingindo que estão no mundo real. E não posso mais fingir desse jeito.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-573286991600066054?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/573286991600066054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/11/cade-teus-textos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/573286991600066054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/573286991600066054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/11/cade-teus-textos.html' title='&quot;Cadê teus textos?&quot;'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7862945217931193109</id><published>2010-10-30T23:24:00.001-07:00</published><updated>2010-10-30T23:24:27.724-07:00</updated><title type='text'>todo fim é só um recomeço</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; mso-bidi-font-family:Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin;color:black"&gt;“Minha aparência é péssima, a mente e o corpo exaustos. Mas existe uma tranqüilidade estranha. Não tenho mais nada a perder. Não sabia que o mundo era assim duro, assim sujo. Agora sei. Tenho apenas essa consciência, que só a loucura ou uma lavagem cerebral poderiam turvar.&lt;/span&gt; Sobrevivo todos os dias à morte de mim mesma. Sinto como uma virilidade correndo no sangue.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; mso-bidi-font-family:Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin;color:black"&gt;Caio F.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;mso-bidi-font-family: Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin"&gt;E eu já me acostumei a achar que faço tudo errado. Que qualquer desencontro ou briga que aconteça é culpa minha. Culpa do meu jeito torto, passional, atrapalhado de ser. Mas daí penso que ninguém, em momento algum, deve deixar outro com quem se diz preocupar sozinho sentado na mureta, ainda mais quando o corpo pede descanso e a fala procura um porto seguro que vem a apresentar segurança nenhuma, apenas bomba relógio. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Sei que muitas vezes sou insegura, injusta, egoísta. Momentos que passam tão veloz quanto um assopro de vela e volto a ser preocupada, dedicada, justiceira. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Mas atitudes como essa – gritos na frente de uma platéia, abandonos sem sentidos, palavras duras – que eu, no meu maior cuidado, apesar de irritada, triste, possessa, nunca tomaria. Fiz um voto. Nem contigo, mas comigo mesma. De cuidado com quem eu digo que quero bem. E o cumpro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin"&gt;Piso em ovos, me calo pra não criar mais desavenças. Perde-se cumplicidade e só trazes armas e pedras. Me acusas dos teus erros, dos teus medos, das tuas ansiedades. Não sou nenhuma santa e também perco o controle. Mas nossa, sei abaixar a cabeça e faço isso com freqüência. Sempre que tua voz calma se apega apenas a fatos pontuais e não há história inteira. Me enrola e aceito, porque achava que queria estar aqui. Isso não é nenhuma batalha, como tu lembra o tempo todo. Argumento de guerra pra que eu tire minha armadura e tu ataque de forma mais ágil para o que? Fico sem entender, não sei onde queres chegar e, sinceramente, depois dessa, não quero nem saber. Que chegue – sozinho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin"&gt;E diz que eu sou infantil, menina que não sabe nada do mundo, que não sei vier sem drama. Ainda grita comigo na frente de todos e eu morro de vergonha e pego minhas coisas e vou embora. Entro no primeiro táxi que encontro e não agüento ouvir o motorista falar das maiores bobagens do mundo e eu rindo pra não transparecer que tudo aqui de mais bonito que dentro se vai embora, se desmancha, se desfaz. Todo o mundo que criei, nos últimos dois meses, escorrendo pelas mãos. Sei que vai criticar meus textos, minhas músicas, minhas maneiras de procurar respostas. Aponta o dedo para mim para as minhas formas de expressão, mas me culpa e me julga sempre que não consigo compreender as tuas. Quando digo que não acredito que não consigas dizer a tua própria namorada que gostas dela e me argumenta que é um problema teu de vida, penso que ainda não encontrou alguém que gostes o suficiente para dizer tal coisa. Porque quando se gosta, não se segura.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;É aquela coisa que escapa da boca sem se controlar. Quando vê, se disse. Como se o sentimento fosse maior que do que o próprio processo de perceber o que se estar sentindo. E é. Assim, acabo concluindo que não gostas tanto de mim e então me acho boba e realmente infantil e me sinto péssima de não entender que existem outras realidades de gostar além da minha. E digo ‘deixa de ser boba, é óbvio que ele gosta’. Me contradigo e me faço ficar quieta. Me redimo e ligo e procuro e tento entender tudo e mais um pouco de ti. Sem sucesso. Mas quando me abandona numa mureta suja com toda essa fraqueza e dor e perda no corpo e no coração, quando me deixa de lado em qualquer crise que não consigo – nem me da espaço – pra entender, quando aumenta a voz e me envergonha e humilha, penso como pude deixar eu mesma calar a minha boca se sempre estive tão certa. Juro de pé junto que nunca mais vou ceder e me permitir ser levada até esse ponto. Penso que é aquela parte de mim que não tem remédio, aquela romântica que procura o encontro e o final de feliz. Mas daí acontece esses fins trágicos em que eu mando o taxista que não pára de tagalerar estacionar o carro na frente da tua casa. Eu desço e deixo &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;tua camiseta na caixa de correio, escrevo um recado ameno como se pedisse desculpas, pra deixar todo esse caos mais tranqüilo. O bilhete fica apagado com a caneta que não risca mais – como a gente: recado apagado com uma caneta que não risca mais. E eu tentando. Tou cansada da falta de soluções. Tou exausta de me sentir por dentro como hoje, na noite de halloween, me apresento: ensangüentada, rasgada, suja, estragada. Penso mesmo que todas essas tuas ações e desistências são pura covardia de te enfrentar, de me enfrentar. Sinto raiva e ao mesmo tempo me sinto tão cansada pra sentir qualquer coisa. Saio do prédio e caminho pelas ruas pelo lado oposto do que deveria. Me encontro tão sozinha e penso que diriam que é &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;perigoso uma menina &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;perambular assim pelas ruas do Bom Fim a essa hora da madrugada. Pra mim não parece nada perigoso perto da crítica escolha de estar com alguém, de apresentar tuas falhas, seus medos, seu ponto fraco. Como fiz contigo, um dia. Caminhando, penso que me esqueci de deixar as chaves do teu apartamento, pois não sei mais se voltarei a as usar. Não sei o que esse tipo de ação tua significa, mas é difícil para mim que não seja o fim.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Já não espero mais ouvir tua voz e não penso que voltará a me ligar, e que se ligar, não irei atender. Que eu não deveria sentir, nem me redimir nem passar por esse tipo de situação, de dor, de vazio, de total descaso. Todos os planos e conversas e vontades e cumplicidade que tentamos ter vão embora e não é só tu que sai de mim, não é só tu que vai embora. Leva contigo toda minha crença de algo que mais uma vez poderia ser, mas não foi. E, concluo, de uma vez por todas: o amor não é pro meu bico.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;E eu, que quero tanto e procuro tanto em todas as coisas, me encontro sozinha na frente do teclado em busca de uma companhia de ninguém mais além de mim, através de um documento em branco. Não tenho nem coragem de pedir ajuda pros meus grandes amigos companheiros de vida, porque não quero assumir mais uma vez que falhei. Que falhei, que me iludi, que me doei e que perdi mais uma parte de mim. Porque não há palavra alguma que console. E daí o telefone toca e eu nem espero que seja ele – e não é – e a voz do outro lado me fala “quer que eu vá pra aí?” e eu, como criança perdida da mãe no supermercado, digo: “vem, vem logo, por favor”. E os encontro no corredor, anjos da guarda falando alto, rindo da minha aparência e dizendo de como a minha fragilidade e reclamos e sinceridades são bonitos e reais. De como eu não sou tão perdida e tão desgraçada assim. Me lembrando do que realmente importa. De como eu, toda ensangüentada e suja e inchada e borrada, ainda sou linda. E brilho e pulso. Me sinto brilhar e pulsar, como há semanas não sentia. E me sinto cheia. Me abraçam com todos os braços e energias do mundo. Só soma, sem sugar. Invadem meu quarto, e das suas vozes sai todo o barulho e beleza da vida e me contam histórias e programam viagens e lêem textos e riem da minha aparência: tão zumbi reclamando de coisas tão humanas. E são os humanos mais anjos que já conheci na vida. Vão adormecendo aos poucos na minha cama, no meu sofá, em mim. E não há nada de posse, mas apesar do caos todo, nesse momento, eu sei exatamente onde eu quero estar e quem eu posso contar e chamar de meu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7862945217931193109?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7862945217931193109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/todo-fim-e-so-um-recomeco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7862945217931193109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7862945217931193109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/todo-fim-e-so-um-recomeco.html' title='todo fim é só um recomeço'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5633552517954774009</id><published>2010-10-07T16:00:00.001-07:00</published><updated>2010-10-07T16:01:20.616-07:00</updated><title type='text'>detalhes</title><content type='html'>&lt;a href="javascript:void(0)"&gt;Publicar postagem&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TK5RKVa3AeI/AAAAAAAAA4I/vPDdjf9CKjY/s1600/tumblr_kx1o76fVez1qastwro1_500.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TK5RKVa3AeI/AAAAAAAAA4I/vPDdjf9CKjY/s320/tumblr_kx1o76fVez1qastwro1_500.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525443030820520418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(17, 17, 17); font-size: 15px; line-height: 22px; "&gt;são aqueles detalhes de saber que eu ando com os joelhos tortos, que eu tenho um cacuete com a boca, que eu prefiro toddy a, que meu sanduíche é com pão preto, queijo, requeijão e peito de peru. de saber que eu durmo com três travesseiros, que eu tou sempre atrasada, que eu não sei passar rímel e que demoro horas pra pintar as unhas. é conhecer minha paixão por roxo e coisas coloridas, saber que qualquer coisa eletrônica é rapidamente destruída quando está na minha mão, que eu sempre choro vendo garden state, extreme makeover ou grey’s anatomy. saber que eu adoro o pequeno príncipe, caio fernando abreu, clarice lispector, alberto caeiro. entender que eu fico uma criança manhosa quando tou com sono, que adoro cafuné num ponto específico da nuca, que eu danço sempre do mesmo jeito e que eu falo num tom de voz particular quando quero conseguir alguma coisa. saber que eu sou um desastre ambulante na cozinha, que eu sou a pessoa mais desastrada da face da terra, que eu canto o tempo todo quando tou feliz, que eu sou extremamente desafinada e não me importo nem um pouco. saber que eu vivo sempre cheia e roxos e arranhões, que eu adoro usar vestidos, que quero ser toda tatuada e que rio das coisas mais bobas muito alto e com todos os dentes. é saber que eu uso essas pulseiras pretas no pulso esquerdo há mais de 6 anos e que começa o ano com o pulso lotado e acaba zerado. é conhecer as minhas bizarrices de fazer bolinhas de sabão e baba e achar isso a coisa mais amada do mundo. é saber que quando eu pergunto “que horas tu nasceu?” é porque eu quero fazer o mapa astral. é saber que eu acredito em astrologia, feitiçaria, deuses, luzes, cores, energias, magias. é saber que eu adoro citações e as digo com frequência. é conhecer de cor as citações que eu mais gosto, é saber eu encho meus livros de post its, que eu adoro material e escolar e que tenho mais de dez cadeninhos largados pelo meu quarto, cheio de anotações. é ter certeza absoluta que eu tenho mais sorte do que juízo, que eu odeio cuba libre, que eu já tomei um porre de velho barreiro e que adoro coca-cola. é saber que meu drink favorito é gin tonica e que eu amo uma cerveja bem gelada. é saber que eu sou louca por temaki e sushi, que eu adoro pão de queijo, que eu teho uma pintinha no mindinho direito que eu adoro. é saber que se eu posso eu durmo 12 horas seguidas todo o dia, que a minha carteira tem mais papel e cartas que dinheiro, que eu sou a rainha do tekken 3 e que não jogo no war porque sempre me irrito. é saber que eu ainda tenho um caco de vidro no braço direito de um acidente de carro que eu sofri quando pequena, que eu adoro montanhas russas e que quero pular de pára-quedas. é saber que eu faço um milhão de listas pra me organizar durante e o ano e que acabo não cumprindo nenhuma. é saber que eu acredito no melhor das pessoas sempre, que eu quebrei meu pé quando tinha sete anos andando num gira-gira, que eu ainda me sinto culpada por quase ter quebrado o narz da minha irmã aos oito anos, dando uma estrelinha. é saber que eu adoro colagens, desenhos, pinturas. que eu quero fazer teatro, fotografia, dança, malabarismo, design e decoração. que eu prefiro calor ao frio, que eu adoro o verão e quase morro no inverno. que eu durmo com o mesmo bicho de pelúcia desde os meus sete anos e vou fazer isso pro resto da vida. é saber que, se eu pudesse, passaria o dia inteiro escrevendo. aqui.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5633552517954774009?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5633552517954774009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/detalhes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5633552517954774009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5633552517954774009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/detalhes.html' title='detalhes'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/TK5RKVa3AeI/AAAAAAAAA4I/vPDdjf9CKjY/s72-c/tumblr_kx1o76fVez1qastwro1_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-1104662218888726731</id><published>2010-10-06T07:02:00.000-07:00</published><updated>2010-10-06T08:03:15.508-07:00</updated><title type='text'>=)</title><content type='html'>Há pouco tempo escrevi que estava vivendo mais e escrevendo menos. Mas daí pensei se eu, que vivo através da escrita, não estou vivendo de outra forma e não sabendo como relatar. Ou estou com medo de admitir essa nova vivência. Porque o novo me assusta, sim. Eu sou muito medrosa, apesar de me apresentar como oi-eu-sou-a-mayah-e-mato-no-peito-tudo. Não sou coldheartbitch, apesar de muitas vezes bancar que sou. E me importo muito mais do que admito que me importo. Enfim, tenho vivido de uma maneira sem caos, sem desesperos e inseguranças, numa rotina tranquila e saudável. Ontem Manu me disse que fugindo da rotina, vivia numa. E que a rotina da fuga é tão monótona quanto a rotina da inércia. Que, ao meu ver, nem é tão inércia assim, já que a qualquer momento pode se dar a reviravolta. Assistindo um dos meus seriados que eu tanto gosto, apresenta-se uma situação que consigo fazer referência com esse tema: uma personagem volta, depois de muito tempo, para o visitar o lugar que trabalhou.  E, aos olhos dela, tudo permanece o mesmo. Mas se tu vai adentrando nas vidas, tu percebe que tudo muda. Minúcias que, somadas, fazem a vida dar uma reviravolta. E isso acontece diariamente, não só na ficção, mas aqui, agora, na minha vida. O QUE EU TOU TENTANDO DIZER É QUE me acostumei com a rotina da inércia que não é inércia. E, através desse texto, descobri que não é tão diferente do que vim vivendo nos últimos dois anos. Vai ver que a falta da escrita é por achar&lt;i&gt; boring&lt;/i&gt; falar de amor. Não sei falar de amor resolvido, tenho medo que pareça clichê aquela história de meu-deus-quero-ficar-contigo-para-todo-o-resto-da-minha-vida-não-sei-viver-sem-ti. Porque sei que o resto da vida é muito tempo e sei que consigo viver sem ele. Não tão alegre. Não tão feliz. Não tão calma, segura e tranquila. Mas sei viver. E penso que se eu escrever isso talvez pareça &lt;i&gt;demenos &lt;/i&gt;perto do que eu sinto, então deixo ficar subentendido. Gosto da verbalização, gosto de olhar nos olhos que brilham depois de uma tarde intensa que prova que fazer nada com a pessoa certa é melhor do que mil-e-uma invenções para fazer tudo com a pessoa errada (algo que, diga-se de passagem, sou perita) e gosto de falar, quase um sussuro, por medo que as palavras se enrolem e fujam do ponto chave que é: eu gosto muito muito muito de ti. E que às vezes, se esquece totalmente a razão, às vezes realmente penso que não saberia viver sem ti e que quero passar o resto da minha vida, ali. &lt;i&gt;Contar meus planos, mudar de casa, mandar fazer um quadro nosso. &lt;/i&gt;Mas ando muito fujona de tudo - não dele, porque consegui me segurar tempo suficiente para não abortar algo que estava nascendo - mas de falar qualquer coisa assim, aqui. De ter que me encarar no texto. Me encaro com ele, me encaro com minha família, me encaro até com a minha psicologa que volta e meia me dá umas alfinetas que meu deus, penso que não quero voltar naquela sala nunca mais. Mas me encarar na escrita, me encarar de frente a mim, eu x eu, essa ENCARADA é outra coisa. Por isso me prendo, me enrolo, culpo a vida corrida, uso qualquer desculpa que vier, arrumo o armário, desenrolo o fio do telefone, leio aquele livro que há meses está na minha cabeceira, mas não escrevo. Porque escrever, pra mim, é tocar na alma. É ouvir o que a alma tem pra dizer. E esse toque, nesse momento, tão desajeitado e estabanado pode fazer com que eu corra pro lado oposto. E não quero correr. Quero me manter aqui. Mantenho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-1104662218888726731?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/1104662218888726731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1104662218888726731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1104662218888726731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/10/blog-post.html' title='=)'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-8617420760679034914</id><published>2010-07-05T07:00:00.000-07:00</published><updated>2010-07-05T07:05:21.022-07:00</updated><title type='text'>Pro outro lado da energia.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Lucida Sans', Arial, sans-serif; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 18px; "&gt;Não sei bem explicar porque cada encontro nosso rende um texto. Não sei se realmente sinto ou se me programei a sentir sempre que você está no mesmo recinto que eu. Ando calma e quase não penso mais em ti. Não te procuro mais por nenhum meio, nem te mantenho mais dentro de mim. Não gosto da inconstância que tu lida com as coisas, não gosto desses disparos de sentimentos que tu realiza aleatoriamente, com todos que passam por ti. Pra mim, esse tipo de atitudefaz com que o outro não seja especial. Quando todas as pessoas são especiais, ninguém é. E talvez sejamos todos iguais mesmo. Mas não há como dizer que não há aqueles favoritos, que mexem contigo e te preenchem. Uma conexão, de gênios, de santos. Uma sintonia. Que eu pensava que tínhamos, mas compreendi que não quando você insistiu em ignorar. E a todas essas não faz mais diferença, já me acostumei com a idéia de que tem algo dentro de ti que te impede, talvez medo, talvez nojinho, talvez algo que eu não deva realmente compreender. Agora já não quero mais, também. Passei por cima disso, tive meu período de angustia, de tristeza, de procura, de desespero, de amor, de ódio e de paz. Então, só peço pra que não me pegue de surpresa e interrompa o momento bonito que vivo com os meus amigos preferidos, peço que não envolva os braços envolta de mim sem surpresa, me abrace tão forte como se estivesse disposto a ouvir meu coração e depois ignore o ocorrido. Já disse: não sei jogar esse jogo. Comigo, ou se toca, ou não toca. Não há meio termo. Não há momentos de sim e de não. É sim ou não. Escolhe. Limbo não é comigo, nem pra mim. Não gosto de adivinhações, de ter que decifrar enigmas que nem você mesmo compreende. &lt;em style="font-style: italic; font-weight: normal; "&gt;O que um simples abraços quer dizer?&lt;/em&gt;Não quero me questionar sobre isso, não quero ter que desvendar essa questão, não quero mais arrancar palavras de ti que não queres preferir nem se esforçar pra acalmar a minha mente e meu coração tão fugaz que não param um segundo sequer, numa espécie de loucura que você nem tenta compreender. Então, não venha disparar sentimentos em mim para o teu próprio bem. Poupe-me do teu egoísmo e respeite o meu espaço. Não tem nada mais pra você aqui. Pode haver, se um dia você estiver disposto de se soltar dessas amarras que tu criou pra te aprisionar, pra me aprisionar. Enquanto não fizer isso, permaneça distante. Me ofereça um oi, um sorriso. Um acordo com a cabeça. Mas não encoste. Não dispare sentimentos. Não force a barra, não insista, não confunda. Me deixa aqui, com os meus outros demônios. Eles já são suficientes pra ocupar a minha cabeça que já não mais pensa em ti.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-8617420760679034914?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/8617420760679034914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/07/pro-outro-lado-da-energia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8617420760679034914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8617420760679034914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/07/pro-outro-lado-da-energia.html' title='Pro outro lado da energia.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3718425498234770709</id><published>2010-06-11T06:15:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T06:17:10.410-07:00</updated><title type='text'>Gosto.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 19px; "&gt;&lt;p style="text-align: justify;outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Esse é do final de abril. Gosto bastante dele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Gosto de quando os dias passam tão rápido que tu nem sente. Que tu tem um monte de coisas pra fazer e quase se enlouquece, se estressa, parece que as horas são muito curtas e no final tu não leu os textos, não mandou os e-mails, não fez os relatórios e o prazo de entrega de tudo tá ali e tu tá, realmente, doida. Sim, eu GOSTO disso. Porque no final do dia tu chega e sabe que tu fez tudo que podia. Coloca na balança e vê que tu deu tudo de ti praquilo. Gosto, porque no final do dia chega cinco notícias boas de uma vez só e tudo se resolve. Não só no meio profissional, nos estudos, mas na vida mesmo. Gosto de quando tu não aguenta mais, de quando tu tá quase explodindo, desistindo de tudo, vem um “olha, foi resolvido”; “olha, tamo aqui junto”; “olha, chegou teu presente”. Vem um agrado na cabeça, um chamego assim e tu deita e ainda falam “vai, descansa, relaxa, tu merece”. E se dorme tranquilo. Gosto de quando tu não acredita mais em nada, vem algo, vem alguém pra mostrar: Ó, tou aqui. Ó, sou do bem. Ó, QUE SEJA DOCE. Gosto de ver que não sou só eu que sou boba, sentimental, emocional, frágil e doce. Gosto de quem vem e se abre, se destapa do manto da vergonha e do orgulho e diz: eu também sou assim. E tou me mostrando assim pra ti porque confio. Me honro desse tipo de presente, dessa confiança em mim. E me faz pensar que talvez, talvez, eu não seja tão boba assim. Gosto de quando os dias passam rápidos assim, que tu não tem tempo nem cabeça pra se confundir. Que tu deixa as coisas acontecerem. DEIXAR ACONTECER, pra mim, é algo bem difícil. Quero o tudo ou o nada. Não quero o ponto de interrogação. Mas gosto, GOSTO de quando consigo ficar sem pensar um pouco. Me foco em outras coisas. Me foco em mim, só em mim. O que eu sinto com e por mim mesma. E, sem parecer egoísta, é o que importa. Continuarei sendo doce, sempre. Continuarei rindo, abraçando, falando bobagens, jogando amor pra tudo quanto é lado, afinal, não sei não ser desse jeito. Mas tenho gostado de fazer isso sem ter nem tempo de pensar nas conseqüências.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;outline-width: 0px; outline-style: none; outline-color: initial; margin-top: 10px; margin-bottom: 0px !important; margin-right: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Isso é pra dizer BOM DIA.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3718425498234770709?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3718425498234770709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/gosto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3718425498234770709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3718425498234770709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/gosto.html' title='Gosto.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5071268413634284927</id><published>2010-06-10T20:31:00.001-07:00</published><updated>2010-06-10T20:33:51.577-07:00</updated><title type='text'>Uma carta para o alto mar</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 18px; font-family:'Lucida Grande', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;p&gt;(Ou para outro continente. Ou para qualquer lugar do globo que estiveres. Sei que vais sentir).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenho pensado muito em você. Não que eu já não pensasse antes, você sabe que sim, mas agora tenho pensado de maneira diferente. Sem nada a prender. Porque você também sente a ligação que existe entre a gente, só que quando começou, começou, eu não diria errado, mas torto. Como tudo que eu faço, torto. E eu tinha o outro ocupando um espaço muito maior do que eu deveria permitir dentro de mim. Mas não quero falar dele. Não porque guardo mágoas, não, não guardo, mas porque já passou. Mas seria difícil falar do motivo que agora que tu tens me ocupado mais a mente do que há dois anos. Não penso que tenhamos perdido tempo, não. Creio que amadurecemos nosso relacionamento muito e soubemos lidar com a distância e com o que nos mantinha afastados muito bem. Penso assim porque sempre que você me vem a mente, sou invadida por um amor muito sincero. Um amor que não é só de amizade, e não é só de amantes, é um amor-inteiro. E uma saudade que me aperta o peito. Penso onde deves estar agora, talvez em meio do oceano, viajando, buscando seus sonhos, aprendendo, vivendo outras coisas, outras vidas. Mas quando encontro palavras tuas que vem através dessas ondas e vejo que mesmo do outro lado do mundo ainda não me esqueceu, ainda me quer, ainda me procura e ainda me ama, fico pensando se não seria isso o que realmente procuramos nossa vida toda. Essa diferença, esse amor leve, tranquilo, mas também passional. Me pergunto se antes não havia me limitado ao sentimento, por não conseguir lidar com dois sentimentos tão fortes, tendo que canalizar para um só. Não que não tenha despejado em ti sentimentos nesses últimos dois anos, muito pelo contrário, você sabe do carinho absurdo que sempre existiu dentro de mim. Mas a paixão, embora existente, era limitada. E agora não há mais o fator que a abafe. Agora, com a proximidade da tua chegada, o coração vai batendo mais forte. E não consigo não imaginar nós dois novamente deitados na cama, acordando tarde e vendo desenhos matinais juntos, rindo das maiores bobagens, ouvindo nossas músicas e trocando bandas que gostamos, conhecemos. O teu ska dançante, o meu hardcore que adoras e o meu emo que odeias. A tua família me tratando como se eu já fizesse parte, sentindo-me em casa longe de casa. Quero tu aqui pra conhecer meu mundo e meus lugares, minhas pessoas. Quero tu aqui pra segurar minha mão e me olhares com aqueles olhos da cor dos meus enquanto faço uma tatuagem, como aconteceu contigo, como tudo começou entre nós. Quero te ter nos meus planos, quero tua alegria e tranquilidade próximas a mim, quero estar contigo. Quero tua doçura e tua sinceridade aqui comigo, não só no coração, mas junto a mim e ao meu calor. Quero essa confiança que me passas pra sempre. E não tenho dúvidas que queres isso também. Guarda essa carta e leia sempre que quiseres me ter mais perto de ti. Sei que a distância vai continuar sendo um empecilho, mas tu sabe, né: a distância é only physical, meu bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é a minha forma torta de dizer, mais uma vez, que te amo. Que penso em ti. Que te quero perto e que te guardo em mim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um beijo, mil beijos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mayah&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5071268413634284927?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5071268413634284927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/uma-carta-para-outro-continente-ou-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5071268413634284927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5071268413634284927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/uma-carta-para-outro-continente-ou-para.html' title='Uma carta para o alto mar'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5956925096352871181</id><published>2010-06-09T20:27:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T20:46:44.411-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sempre guardo as cartas que não enviei por falta de coragem, tempo, circunstância. Mantenho em caixas as lembranças, rasbiscos, tickets, guardanapos, chaves de quartos, fotos, recortes, desenhos, flyers e pinturas. Todos esses objetos já tão sem uso que não fazem nada além de funcionarem como uma máquina do tempo, me levando pra lugares há muito tempo já esquecidos. Meus sentimentos engavetados em potinhos de papelão que me arrisco a sentir sempre que abro aquela porta do armário. &lt;div&gt;Guardo o que passou e me deparo com eles agora sem saber o que fazer. Nesse caderno que escrevo agora, inúmeras cartas foram iniciadas, num ritual para dizer o que penso, quero, procuro, espero da forma mais leve possível. Tenho cada vez mais achado que transmitir sentimentos de qualquer maneira nunca é recebido de forma leve. Sempre tem um frio na barriga, um medo de qual vai ser a próxima palavra, a próxima frase. Uma expectativa que pode não ser cumprida, um escrito que não estava sendo esperado e te derruba da corda bamba. Embora a leveza não seja parte para quem está recebendo, sei que para mim, que escrevi e ainda escrevo, vai-se junto tudo que podia estar engasgado. Vai ver que não entreguei minhas letters por isso: não queria enviar o peso pra ninguém. Não queria manter todas os meus desejos dentro de mim. Repasso para o papel, transformo o abstrato em real. Numa tentativa de transformar o invisível e capaz de ser observado através nessa folha pequena escrita com essa caneta azul tão clara e cheia de vida. Como se a tinta me incentivasse a viver mais intensamente ainda. Sempre com tanto sentimento brotando pelas entrelinhas. Como se uma parte de mim fosse dada, entregada, oferecida, presenteada para as mais diversas pessoas que passaram pela minha vida e apertaram no meu acelerador interno de escrita. Máxima velocidade. Como se tentasse agarrar e trazer para dentro de mim o corpo, a alma, o coração do outro. Vai ver que é por isso que não fica leve: é muito forte e profundo essa conexão que peço. É uma espécie de apelo que realizo, para que o outro sinta o que pulsa, vibra, vive dentro de mim. Tento realizar o impossível. Mas sempre digo e repito que o impossível é só questão de opinião. Não imponho limites. Não aprendi a fazer isso, não tenho fronteiras. Não quero escudos, não busco defesas. Procuro uma junção, um mix, uma troca e compartilhamento do mais bonito que existe dentro de dois seres vivos. Escondida atrás de toda tentativa de leveza no mais infinito, há uma intimidade imensurável. Não é para qualquer um. É apenas para os sensíveis. Para os que conseguem perceber. Para os que estão dispostos. Para os que são além. Venha. Para todos vocês que um dia acreditei que pudessem se permitir. Não tento, muito menos desisto, apenas aguardo. Quando estiverem preparados, me procurem. Estarei aqui de peito aberto, como sempre. Enquanto aguardo, continuo escrevendo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5956925096352871181?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5956925096352871181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/sempre-guardo-as-cartas-que-nao-enviei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5956925096352871181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5956925096352871181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/sempre-guardo-as-cartas-que-nao-enviei.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-558878560408275348</id><published>2010-06-09T19:57:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T20:00:05.933-07:00</updated><title type='text'>uma carta pra oito quadras de distância</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;cheguei numa bad sem tamanho em casa, queria me enclausurar nesse quarto, apagar a luz e nunca mais sair. como se tudo na minha vida tivesse predestinado a ser torto, a ir pro lado errado e eu insistindo, insistindo, insistindo. dando a cara a tapa sempre, porque desistir não combina comigo. mas quer saber? eu desisto sim. cansei.. tou cansada de tentar de seguir o caminho certo e só caminhar pra trás. tou cansada de acreditar no que não existe. fico exausta de forçar beleza onde não tem e me dói dói doi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na verdade, eu só vim aqui te escrever porque eu queria que tu soubesse que, quando eu não quero ver mais ninguém, quando eu não acredito em mais ninguém, quando eu não sei nem mais quem eu sou, o que eu quero, o que tou fazendo, quando eu sinto que tou afundando, eu penso em ti e lembro que eu tenho pra quem fugir. pensar em ti e me faz ficar melhor. só saber que te tenho me faz ficar melhor.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;obrigada por tá aqui, tu não tem noção de como essa menina aqui que banca que pode aguentar tudo é frágil e precisa de ti. te amo, viu. muito. é por pessoas como tu que eu ainda penso em continuar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-558878560408275348?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/558878560408275348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/uma-carta-pra-oito-quadras-de-distancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/558878560408275348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/558878560408275348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/06/uma-carta-pra-oito-quadras-de-distancia.html' title='uma carta pra oito quadras de distância'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-51092398054176010</id><published>2010-05-11T13:37:00.000-07:00</published><updated>2010-05-11T13:38:03.367-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ando escrevendo bastante, mas não aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.coracaodetinta.tumblr.com/"&gt;www.coracaodetinta.tumblr.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu novo vício.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-51092398054176010?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/51092398054176010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/05/ando-escrevendo-bastante-mas-nao-aqui.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/51092398054176010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/51092398054176010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/05/ando-escrevendo-bastante-mas-nao-aqui.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7731040699155059874</id><published>2010-02-03T19:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T20:06:35.668-08:00</updated><title type='text'>O que eu quero nem sempre é o que eu quero</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/S2pBv4kRvjI/AAAAAAAAAq4/R1LcLs3Zy8c/s1600-h/OgAAAPu2thozZGUUYUTr8mb7U9sMKMjh-Dwd7r1hko0jKDe2PkhgxVRcuy3l2qa-OWtnAK2MA0-AfBK-f0J3HCb8iu0Am1T1UBStsyor8plmp9lm5wSd2-r5n0CE.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; 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Pra tudo. Sou muito ansiosa, não aguento ter que ficar esperando as coisas acontecerem, parada. Não tenho, também, paciência pra deixar as coisas amadurecerem. Daí tento dar um passo maior que a perna, aquilo de realizar o conto de fadas em uma semana. Acontece que não existem contos de fadas. E, mesmo que existissem, eles não iriam durar uma semana. Ou talvez durassem, pra depois irem se desrenolando e mostrando que, enfim, é tudo vida real. Com alto e baixo, discussões, declarações, risadas, choros e separações Desencontros, enfim. De idéias, de atitudes, de amores, de missões. Como disse, não tenho paciência pra nada. Quando o desenrolar não se dá como prometido - a gente sempre promete (e realmente espera) o melhor, maior  mais intenso amores de todos os tempos - e começam a acontecer o que eu costumo chamar de &lt;em&gt;essas coisinhas&lt;/em&gt;, e perco (novamente) a paciência. Sinceramente, não tenho mais saco pra novelas mexicana e amores mal resolvidos. Passei da idade, talvez, já vivi isso demais. E não é que eu não aprecie a ntensidade, nada disso, é a coisa que eu mais amo na vida. Mas eu realmente não suporto essa história de mal-me-quer e dramalhão. Desligo o celular, finjo que escuto e penso em coisas boas, ouço minhas músicas, saio pra dançar, pra comer sushi, pra olhar as estrelas, telefono pra alguns amigos e pronto: volto a ser eu. Eu tenho essa necessidade muito grande, sabe. De ser eu. É até meio egoísta. Já ouvi que eu "não sei me relacionar". Talvez não saiba mesmo. Mas afinal, quem sabe? Quem é que dita as regras de qualquer relacionamento? Não existem regras. E eu crio as minhas maneiras de viver algo saudável pra mim, pro próximo, pra qualquer pessoa que venha a se envolver comigo, de qualquer jeito que for. Respeito as diferenças, os modos de viver a vida, mas, por favor, respeite o meu jeito, a minha maneira. Faço concessões se achar necessário, mas tem coisas em mim que são imutáveis. Pode até ser infantil, às vezes eu acho que é mesmo, mas sou eu. E é, eu gosto de mim. Muito. Do meu jeito, do que acredito, do que tenho de valores e como vivo a minha vida: gosto - e não pretendo mudar. E não é ranço, nem raiva, nem ódio, nem vingança, é só verdade. E mas do que gostar de ser eu, eu PRECISO ser eu - e só eu - de vez em quando. Longe de tudo e de todos, com meus precious few que me conhecem mais do que eu mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7731040699155059874?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7731040699155059874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/02/o-que-eu-quero-nem-sempre-e-o-que-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7731040699155059874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7731040699155059874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/02/o-que-eu-quero-nem-sempre-e-o-que-eu.html' title='O que eu quero nem sempre é o que eu quero'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/S2pBv4kRvjI/AAAAAAAAAq4/R1LcLs3Zy8c/s72-c/OgAAAPu2thozZGUUYUTr8mb7U9sMKMjh-Dwd7r1hko0jKDe2PkhgxVRcuy3l2qa-OWtnAK2MA0-AfBK-f0J3HCb8iu0Am1T1UBStsyor8plmp9lm5wSd2-r5n0CE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-8390328606118972190</id><published>2010-01-27T10:12:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T10:30:53.183-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É engraçado. Só consigo escrever quando há impasses, caos, bagunças emocionais. Quando existe conflitos. Otherwise, não sai nada daqui. E escrever só por escrever nunca me agradou muito. Tem que vir de dentro e sem ter como conter, sem racionalizar, como um vulcão em erupção. Em vez de larvas, sentimentos transformados em palavras. Aliviando a pressão que existe internamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pros que não sabem, eu tou em função de mudança. Falando assim, parece meio metamorfose. Pensando bem, até seja. Mas a mudança que me referi primeiramente foi a de móveis, mesmo. Mudando de casa, de apartamento, de lar. Nessa, encontrei vários diários. Relembrei que escrevo há muito tempo. Desde os onze anos. Cadernos CHEIOS de escritos, dizeres, contando histórias, fatos, bobagens. Criando, relatando, relembrando. É claro, tem muita coisa ingênua e engraçada narrada ali, mas desde sempre necessitei disso: da palavra pra conseguir me expressar. Da palavra pra me fazer sentir. Da palavra pra me entender. É uma paixão absurda, e extremamente necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo que me mudo de apartamento - para os que não sabem, de novo, estou sem teto, em busca e um novo lar, morando na minha irmã, nos meus amigos, no meu namorado - há modificações internas e intensas acontecendo em mim. Uma Mayah que há muito tempo não existia voltou a tona. Retornei a acreditar no que não achava mais possível e retomei valores e concepções que há muito já havai esquecido. Ganhei algemas e não tenho achado isso ruim. Quem convive comigo deve até achar isso estranho. Eu sempre valorizei muito a liberdade, a vontade de fazer o que bem entender, sem dar justificativas a ninguém. Mandava um "CUIDE DE SUA VIDA" em caps lock e tocava o terror na minha. Não que não toque mais o terror (muito pelo contrário), mas sinto que algo aqui dentro deu uma acalmada. Veio uma espécie de segurança junto. Uma vontade de, talvez, querer dar explicações a alguém. Um desejo absurdo de compartihar, de criar, de construir junto. De fazer planos, de rir de bobagens, de&lt;em&gt; saber que não estou tão só por aqui&lt;/em&gt;. E, querendo ou não, é ser uma pessoa um pouco melhor.  É permitir outra visão fazer parte de ti. É compartilhar e se construir e reconstruir. Duas cabeças juntas pensam melhor que só uma. Dois corações juntos criam o que quiserem, inclusive o impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso pra dizer que as coisas andam bem. Apontando pro caminho certo. Tenho andado esperançosa. E quando não fui, né? Mas é ainda melhor quando os fatos da nossa vida nos dão motivos pra ter esperanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto porco. Mas como disse, as coisas tem andado bem. Sem conflitos. Daí não vem como desabafo. Não vem atropelando. Vem leve, tranquilo. Mas sempre com muito amor :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-8390328606118972190?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/8390328606118972190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/01/e-engracado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8390328606118972190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8390328606118972190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/01/e-engracado.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-4693316036544727515</id><published>2010-01-04T08:29:00.000-08:00</published><updated>2010-01-04T09:13:24.559-08:00</updated><title type='text'>oi, 2010.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu deveria escrever algo sobre o ano novo, eu sei. Sobre a virada, sobre a esperança, sobre todas essas coisas que um ano novo - e redondo, como este - trazem. Não sei se consigo. Mas vou tentar. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não tenho nada conta a algo que soe a: uma tentativa&lt;/span&gt;. Tento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já escrevi isso antes, mas não canso de dizer: me maravilha como o final de ano sempre traz umas supresas pra entrarem no nosso coração e nos fazerem acreditar em tudo de novo. Nessas coisas bonitas e limpinhas que pulsam dentro de mim. É inventar fé, é trazer o bom, é rir com a possibilidade de talvez sim. Ou talvez não, mas pelo menos existe algo que nos faça acreditar que vai tudo pra frente. Mas, enfim, pra onde mais iríamos, se não fosse pra frente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os anos fazemos listas, metas, um milhão de coisas. Todas apontando para o mesmo lugar: para frente. Sem saber o que estará lá, nem pra onde se dirige exatamente. Mentira, algumas pessoas sabem bem onde querem chegar. Acho bárbaro essa objetividade toda. É muito mais fácil dar um gás nas tuas ações quando se sabe o objetivo concreto, único. Eu? Eu não sei de nada. Tem dias que nem sei do que gosto. Mudo constantemente. Fica difícil traçar um ponto final e correr atrás dele. Vou me deixando levar, pegando atalhos, construindo, aos poucos, um fim. Que, quem sabe?, possa vir a ser um começo. Pra mim, só importa isso: que seja doce. E, talvez, o final nem seja o que me interesse. Mas o caminho em si, as pessoas, momentos, vivências, cores, sombras que irei viver até chegar no - onde mesmo? Nem sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, esse ano não fiz lista nenhuma. É claro, sempre tem alguma coisa que a gente quer fazer. No meu caso, começar algum exercício físico (não só pela estética, mas pelo bem que faz pra cabeça), fazer um curso de teatro, de design, de fotografia, viajar, viajar, viajar. Essas coisas todas que eu não quero só pra esse ano, mas pra minha vida. E que vou obter no meu tempo, o tempo certo. Que pode ser um ano, sim. Mas pode ser uma semana, um mês, dez anos, vinte, trinta. É isso: se eu fosse fazer uma lista rígida assim, não seria pra esse ano. Seria pra minha vida. Mas isso ocupa muito tempo e - mais ainda - paciência. Tempo eu tenho de sobra. Agora o outro atributo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecrevendo sobre isso, lembrei: ano novo passei com a minha família. Que às vezes é torta e tensa, sim, mas é linda, linda, linda. Cheia de energia e coisas boas. Geralmente dá choradeira no final do ano: todo mundo muito emotivo. Nesse, não. Foi só risadas, danças, gritos, pulos. Uma verdadeira festa. Meu irmão - que é quase tão agitado quanto eu - comprou luz negra,  marca-textos e fizemos uma comemoração estilo decadance: escrevendo SÓ coisas boas pelo corpo. E, em neon, toda aquela positividade brilhava e iluminava os nossos desejos de 2010. E foi uma coisidiloco: amor, paz, saúde, sexo (dos bons!) - e juro que tava escrito bem assim-, felicidade, prosperidade, sorte, (falta de) juízo, realização profissional, paixão, encontros, que seja doce (x 7), risadas, festas, positividade e CALMA. Pra mim esse último é essencial: calma, calma, calma. Meu anjo-da-guarda, o Diego, me desejou o mesmo: "Vou pedir pra todos os santos darem calma pro seu coração, porque você é muito afobada". E, sim, se for fazer uma lista de 2010 vou pedir isso: CALMA, CORAÇÃO.  Mas voltando a virada: foi lindo, tinha que ver.  Todo mundo se  riscava e se abraçava abraçava e pulava e gritava  e FELIZ 2010. Maravilhoso. Se a entrada de 2009 foi conturbada, chorosa, doída, a entrada de 2010 foi exatamente o contrário: retratando como vai ser esse ano que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou otimista, cês sabem. Acredito muito no bem e nas coisas boas, na justiça-cósmica e na coerência sobre todas as coisas. Por mais desacreditada que o último mês de 2009 me fez ficar, no fim, eu sempre acredito. E essa coisa boa não vem só de mim, não. Vem dessas almas vivas que me rodeiam. Luaninha disse que é tipo o barco. Não paramos de remar e não deixamos que ninguém que queremos bem e amamos tanto pare também. Disseram que a gente deve ser apaixonada uma pela outra. E realmente, somos. Uma paixão que não tem limites, essa paixão de amizade que só poucos conhecem e compartilham. É  aquilo de sentir o coração bater mais forte no peito, de sorrir quando ouve o telefone tocar, de se aquecer ao ouvir um "tou contigo e não abro nunca". São as almas se encostando, dançando, rindo. É sintonia, é energia, energia, energia. Das mais intensas e mais fortes energias. É uma espécie de Deus, ou melhor, é essa força maior que rege o universo se expressando através da gente. E me diz, tem como não ficar feliz quando se SENTE tudo isso pulsando dentro de ti, dentro de nós?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2010 vai ser lindo. Tenho certeza. Um bom ano pra todos mundo. E repitam sete vezes comigo: QUE SEJA DOCE. Pra dar SORTE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-4693316036544727515?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/4693316036544727515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/01/eu-deveria-escrever-algo-sobre-o-ano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/4693316036544727515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/4693316036544727515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2010/01/eu-deveria-escrever-algo-sobre-o-ano.html' title='oi, 2010.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-6596372708896827238</id><published>2009-12-13T11:34:00.000-08:00</published><updated>2009-12-13T19:59:57.307-08:00</updated><title type='text'>vômito de pensamentos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E se nao vier, para seu próprio bem, guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segedo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caio F.&lt;br /&gt;quem mais poderia ser? Li essa frase agora num texto lindo dele. E já que estamos falando no Caio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem foi uma daquelas noites que vão acontecendo e tu nem sente. Se deixa levar, assim, distraído. E não se preocupa com nada, nem ninguém. Muito menos com os olhares naja que te lançam. Aqueles de desaprovação, fingindo que não se importam, mas se remoendo de raiva. De amargura. De saudades. E eu sei, que se remói de saudades. E que dói. Por doer, lança os olhares, pra se defender. Como se se eu olhasse por mundo tempo, fosse me petrificar. Não petrifica. Sou muito doce e muito forte e muito cheia de mim e de amor pra me transformar em pedra. Guarda o concreto para si, não para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que eu vim aqui escrever, na verdade, é que vi uma menina com uma tatuagem que eu quero fazer: uma borboleta azul. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É tudo natural, basta não teres medos excessivos. Trata-se apenas de preservar o azul das tuas asas"&lt;/span&gt;. Era nova, recém feita. Comentei que queria tatuar uma borboleta azul, também. Ela me disse, meio cheio de si, que não era só uma borboleta azul, era de um texto do Caio, "uma história para borboletas". Ou "de borboletas". Não lembro do nome do texto exato (joguem no google e leiam - é lindo). Me falou assim, meio nariz empinado, como se dissesse que os meus futuros traços na pelepodiam ser apenas uma borboleta - mas a dela não era. A dela era algo a mais. E então eu disse: eu sei, a minha também vai ser da mesma coisa. E citei aquela parte ali em cima em itálico. Ela ficou meio surpresa, não me conhecia. E éum puco espantoso quando alguém - ainda mais desconhecido - compartilha um mesmo desejo, querer que tu. Ainda mais tatuagem que é algo tão pessoal. Realmente, me encanta como algo que faça tanto sentido pra ti, também faça pra outra pessoa. É um compartilhamento coletivo de sentimentos, de sensações, de vontades. E um compartilhamento coletivo de sentimentos, hoje em dia, ainda mais com uma pessoa estranha, é raro. Não que as pessoas não compartilhem mais nada, mas eu acho que o&lt;span style="font-style: italic;"&gt; sentimento&lt;/span&gt; que faz ser diferente. Consigo contar nos dedos as pessoas que realmente sei que se permitem sentir além.  Mas expliquei que a minha tatuagem ia ter "que seja doce" sete vezes em volta no baixo e a borboleta vai ser atrás do braço, bem diferente da dela. De alguma maneira, tentei dizer que a dela continuaria sendo única. E sempre é único o que significa pra ti, embora role esse compartilhamento coletivo. O que significa muito pra mim, pode significar bastante pra ti também. Mas nunca vai ser do mesmo jeito. Então, querendo ou não, é sempre unique. E me dá muita esperança no mundo ver que ainda tem pessoas que acreditam em coisas bonitas como essa. Seria bonito se houvesse mais gente assim. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas as coisas bonitas já não acontecem mais&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto porco. Mas é isso aí mesmo. Bem vômitos de pensamentos. Ou sentimentos. Pode escolher.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-6596372708896827238?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/6596372708896827238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/vomito-de-pensamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6596372708896827238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6596372708896827238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/vomito-de-pensamentos.html' title='vômito de pensamentos'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-9120932870069009126</id><published>2009-12-10T16:05:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T10:35:43.614-08:00</updated><title type='text'>De todas as letras, a última. De todas as cores, retalhos.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Vim pra casa humilde. Depois um amigo me chamou pra ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar da dele faria como que eu esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu 'dói tanto', contei da moça vadia sozinha chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou: "por quê?, compreendi mais ainda. Falei: 'Porque é daí que nascem as canções'. E senti um amor imenso. Por tudo, sem medir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;Caio F. Abreu&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tristeza, na verdade, não veio do não-ter. Veio da descrença, do medo da amargura, da desilução daquela possibilidade que falei ontem. Chorei muito por dizer que já não acreditava mais em nada, que eu tinha cansado, que eu não queria mais saber, que eu ia mesmo fugir, pegar o primeiro ônibus e avião e sumir. E mandar todo mundo se foder nessas tentativas inábeis, frágeis e covardes. Que todas essas crenças e descrenças tavam quebrando comigo e eu já nem sabia mais quem eu era. "Mas quem é que não queria se encontrar?". Me irritei, me entristeci, gritei, disse "não encosta em mim!", como se não me tocando nos braços pudesse fazer com que não tocasse meu coração, também. Como se dissesse "sai daqui, eu fui burra, estúpida, idiota de ter te deixado entrar, sai daqui sai daqui sai daqui!". Bem infantil, bem boba, bem natural e bem humana. Porque, enfim, todo mundo tem direito. E o meu direito era esse: não aceitar, gritar, chorar. E, se tivesse algo pra quebrar, quebrava tudo. Feito como fiquei por dentro. Mas mas mas daí me veio umas vozes doces me dizer que não, que eu não posso desistir, que eu não vou, que faz parte de mim ser risonha, alegre, esperançosa, doce doce doce, que são pessoas como eu que movem o mundo e fazem ele ser melhr. Eu deitei no ombro-amigo dos meus amigos que conheço desde antes da Revolução Francesa e chorei chorei chorei. Dai eu dancei. Dancei leve, deixei-me levar. Porque sabe, aquele momento é único e não era o momento de chorar. Aquele era o momento de dançar, leve. E sorrir, meio boba, de enfim, me fazerem acreditar de novo. Tá sempre aí, sabe. É isso que é amor. É ISSO. E a gente ainda se engana achando que tem que procurar em outro lugar. Voltei pra casa com o dia amanhecendo. E sempre rola uma esperança de ver o sol nascendo, vai dizer?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-9120932870069009126?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/9120932870069009126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/vim-pra-casa-humilde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/9120932870069009126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/9120932870069009126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/vim-pra-casa-humilde.html' title='De todas as letras, a última. De todas as cores, retalhos.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5749893499997346523</id><published>2009-12-06T17:07:00.001-08:00</published><updated>2009-12-06T17:29:55.747-08:00</updated><title type='text'>Desamores também acabam</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho, sim, que um dia esses desamores vão acabar. E apesar do gosto do fracasso, de se falhar novamente, fica algo bom aqui. Sempre se mantem algo bom, bonito, belo, do bem aqui. Todos os b's. Diria aquele famoso "B de _ _ _". Forca. Bem enforcada, sufocada, assassinada. Morta de amor. Mas não cabe e nem considero mais. Passou, mas é difícil pensar em outra coisa quando falo em desamor. Hoje, é outro. Amanhã, mais um. Mas hão de acabar, enfim. Em algum momento, a gente se aquieta. Se aquieta ou desiste. Endurece, talvez. Não sei se amadurecer é endurecer, parar de acreditar. Às vezes, acredito que sim. Mas enfim, a gente se desliga. De tudo. Pra poder pensar - ou não pensar - pra poder fugir. Pra fechar os olhos e só enxergar o que quer se ver. Pra, em poucos momentos, horas, minutos, criar o mundo de novo. Criar o mundo pra ti. Do jeito que tu quiser. E, sozinho, entre quarto paredes, com o mundo parado - enquanto a terra gira lá fora - faz-se o que quiser, torna-se quem quiser, inventa-se e acredita-se no que quiser. E nos sentimos bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, me desliguei. Nada de telefones, de msns, de chats, de ligações de madrugadas, de vontades de convidar para fazer algo. Hoje, sou eu. Só eu nesse quarto cheio de roupas, frases e refrões que me vestem de mim mesma e me fazem sempre estar bem. E, se não fazem eu sempre estar bem - porque às vezes até não-estar-bem é bom - , me fazem ser eu. E nesse fracasso não tão fracassado assim, sinto um certo gosto em ser eu mesma, quietinha, sumida. Sozinha. A solidão doce, não medonha. E não dura por muito tempo: amanhã tem mais sol e eu vou tá pela rua, me distraindo com todas essas almas vivas que enchem meus dias de cores, que não há cobranças, nem nada além daquilo que se dá. Com as minhas pessoas que são minhas do jeito que são, sem querer que seja algo a mais. Não sei porque não conseguimos ser sempre assim. Porque, diabos, temos que possuir alguém. Bobagem, bobagem. Acho mesmo bobagem. Mas não consigo fugir disso, desse imposto pela sociedade-totalmente-controlada-estipulada-manipulada-regrada. Bem boizinho mesmo. Mas, como ia dizendo, hoje, nessa noite de verão, de sons tranquilos, de leituras e escritos, sou eu. Só eu. E tinha até me esquecido de como gosto de ser só eu de vezenquando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu ia dizendo, acho que esses desamores vão acabar. Não que eu vá encontrar o amor-da-minha-vida-meu-deus-como-tu-sempre-foi-tudo-que-eu-quis. Cada vez mais acredito menos nisso. Penso que vou acabar feito o Caio ou a Clarice, meus ídolos, tão sentimentais, cheios de amores, complicados, sarcásticos, às vezes até meio naja, e sozinhos. Amores irreais, intocáveis e platônicos. Porque, enfim, os maiores amores sempre são os platônicos, os impossíveis. Se não dói, não é amor. É triste triste triste, wertheriano pra caralho, mas é verdade. Amores à distância, amores impossíveis, ele-gosta-de-mim-mas-tá-namorando, ela-gosta-dele-mas-não-pode-agora, eu-gosto-dele-e-ele-gosta-daquela-vaca, ele-gosta-de-mim-mas-eu-gosto-do-seu-melhor-amigo. A arte de complicar, de querer o intocável. Sabe-se bem que procuramos o palpável, vermelho, vivo e intenso. Mas esquecemos que depois  vira rotineiro, desbotado, semi-morto e sem graça. E nunca se sabe dizer o que houve de errado, quem foi o culpado. E, na maioria das vezes, nem há um culpado. Mania absurda de ter sempre um vilão e um mocinho na história. Somos os dois, o tempo todo, a cada segundo: o maravilhoso herói de coração enorme que salvará o mundo e o vilão macabro angustiado e vingador que quer que todos se explodam. Máscaras de identidade a cada segundo, cê sabe. Sim, até eu, que pago de toda doce, coração grande, tenho vontade de mandar as pessoas a merda e largo umas estupidez bizarras de vez em quando. Sou humana.  E é realmente é muito fácil justificar atitudes dizendo isso: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sou humana&lt;/span&gt;. Mas sou e tento nem julgar ninguém mais porque, enfim, você também é. E você também faz merda. Não venha me dizer que não: no fundo, cê sabe bem: você também faz merda - e das grandes. E tem amores, impossíveis. E vai ter desamores, logo, logo. Que vão acabar, um dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5749893499997346523?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5749893499997346523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/desamores-tambem-acabam.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5749893499997346523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5749893499997346523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/12/desamores-tambem-acabam.html' title='Desamores também acabam'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7565986346894604992</id><published>2009-11-26T09:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-26T10:05:21.651-08:00</updated><title type='text'>vejo em ti meu roteiro de agonia.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ensolarado, silhueta, meia luz, solidão, sobreviver, loucura, paixão. Depois de tanto tempo longe, distante, quase esquecido, essas foram as palavras que ele usou nos dez minutos que passamos juntos naquela sala cheia de escritos, bagunças, sujeiras, pessoas passando, falando, jogando, fumando e bebendo. Nada fácil, nada simples, nada de "Oi, como tu tá? Tudo bem? Até mais ver. "Não fazia parte dele ser assim -  e eu agradeço por isso.  Apesar de nessas palavras profundas, era isso que nos dizíamos: oi, como está, até mais ver. Do nosso jeito.Consigo me imaginar, daqui a alguns anos, relembrando daquela nossa uma semana-de-todos-os-sentimentos-de-um-relacionamento e ainda escrevendo algumas palavras doces e fortes - que nem essas que ele havia utilizado - contando dele para alguém. Intenso. Essa é a palavra que o definiria, se tivesse que escolher apenas uma. Contou-me que buscava alegrias, novos ares, mudanças. Quando me pediu para que adivinhar para onde desjava ir, brinquei "Sri lanka, quem sabe?". Soltou uma risada gostosa, sincera e disse: "Não, Rio de Janeiro". Respondi instantaneamente, num impulso: "Vejo em ti meu roteiro de agonia". Saiu de minha boca quase sem pensar e me senti amarga por desejar, quase amaldiçoar, que a minha agonia se repetisse em alguém - ainda mais nele. Depois pensei melhor e vi que o meu roteiro não foi somente agonia. Foi muito amor, também. E pra ele desejo isso, sim: muito amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7565986346894604992?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7565986346894604992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/vejo-em-ti-meu-roteiro-de-agonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7565986346894604992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7565986346894604992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/vejo-em-ti-meu-roteiro-de-agonia.html' title='vejo em ti meu roteiro de agonia.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7534523530315785359</id><published>2009-11-19T19:40:00.001-08:00</published><updated>2009-11-19T19:41:36.591-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem dias, como hoje, que eu só queria parar. Parar de pensar, de ver, de sentir. Não parar no estilo "morrer", nada disso. Só parar, por um temnpo. Me recolher. Juntar todas as partes e pedacinhos em mim que vão se afrouxando e me recolher pra colar tudo de novo, me fazer inteira. Não que eu esteja quebrada, despedaçada, largada pelos cantos. Eu só tou frouxa. Inteira. Vaso quebrado colado meio torto, sabe? É, eu sei: eu sou peça com defeito. Daquelas que não dá pra retornar nem consertar, tem que usar assim mesmo. Do jeito que der. Acho que é isso que tá me angustiando: eu lidando com tudo do "jeito que der". Não ter nenhuma certeza. Nenhum "bah, é isso aí. é isso AÍ", como já tive antes. É tudo um "pode ser" gigante. Um talvez. Um ponto de interrogação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí acontece umas coisas. Pequenas coisas. Essas coisas. E eu me irrit e me chateio e eu desisto e eu choro e eu deschoro e eu rio de amargura e eu acho que eu sou a culpada eterna culpada por não saber controlar o que sinto. Como se eu tivesse cometido um crime por sentir além do que se deve, além do que as pessoas normalmente sentem. Como se tudo que eu vivo e acredito fosse mera ilusão construída pra me acolher e destruída por mim mesma - pois os outros não tem culpa de viver de maneiras diferentes. De sentir e ver e ler e se portar no mundo de jeitos diferentes que os meus. De jeito que não são tortos e não envolvem doçuras diárias e cartas coloridas e abraços sem fim e finais de tarde deitados na grama adivinhando o formato das nuvens, tão clichê e mas tão obsoleto hoje em dia. Esses gestos antigos e amelie poulain e brilho eterno e até wertherianos, quem sabe. Adoro um texto do Nenê Altro que ele diz que nos emocionamos com todos esses filmes livros e referências tão humanos, mas que no nosso dia-a-dia passamos por pessoas que vemos todos os dias e não somos capazes nem de dar "bom dia". Essa dicotomia me angustia e me corrói: não sei como pode ser assim, não entendo. Não é difícil ser doce, não é difícil sorrir, não é difícil ser amável. É só se deixar levar, se despir da capa-de-proteção que a gente veste o tempo todo. "se deixar levar por suas emoções" é desaprovado. em vez disso somos criados para estarmos sempre alerta aos erros que os nossos corações podem nos levar. em vez de sermos encorajados a ter coragem para enfrentarmos as consequências dos riscos assumidos na busca dos desejos dos nossos corações, somos aconselhados a não correr risco". Eu sempre corri tantos riscos. Riscos e mais riscos, subidas, descidas, tapas na cara e paredes sem fim, poço sem fundo tão fundo fundo fundo, levantar-se e começar de novo. Acabo por odiar por me sentir culpada de ser eu mesma, de ser torta, mas tão sincera, não só com os outros, mas comigo comigo comigo mesma. "Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê". Sou exatamente o que se vê, o que eu falo o que eu sinto. E a culpa, essa ao qual sou condenada, é por achar criar um mundo de fantasias. Um mundo de fantasia que existe - e muito - dentro de mim. Por tentar tocar o intocável e por torcer que, um dia, quem sabe UM DIA, chegue até mim. Meio dama da noite num final de noite, numa solidão medonha e ainda há espera dele que vai entrar naquele bar e me levar embora de toda aquela gente vestido de preto e cabelo arrepiadinho. Numa espera de algo que me falça ver que eu não estou tão errada assim, que é tudo natural e que as coisas podem ser tecidas conhecidas aprendidas. Eu tenho tanto disso: de querer aprender sobre o outro. Aquela coisa do pequeno príncipe de querer saber qual sua cor favorita, que livros você mais gosta, o que te faz sorrir, será que gosta de caçar borboletas, que lugar você gostaria de estar, qual é seu sonho, o que realmente importa, pra onde você quer ir. Essas perguntas tão bobas e banais que definem quem tu é. Sem precisar de números e grandes pretensões. De só querer abraços e carinhos e ninguém ter medo que aquilo são contratos. São só abraços e carinhos reais. Não queria toda esse confinamento sentimental, essa coisa de não poder dizer "tou com saudades" por temer o que o outro pode achar. Simplesmente, sente-se saudades. Simplesmente, sente-se carinho. Simplesmente, acontece. E não dura pra sempre, dura o momento que tiver que durar. Só queria poder ser assim sem o medo, sem a angústia. Só queria poder ser leve leve leve o tempo todo. O tempo todo. Como eu sou contigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7534523530315785359?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7534523530315785359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/tem-dias-como-hoje-que-eu-so-queria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7534523530315785359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7534523530315785359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/tem-dias-como-hoje-que-eu-so-queria.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7331626411513206880</id><published>2009-11-18T18:21:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T18:26:07.623-08:00</updated><title type='text'>09 de fevereiro de 2008</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontrei esse texto meu no meu fotolog antigo. Eu escrevia pra dedéu, umas coisas até meio absurdas. Não, talvez não absurdas. Talvez só diferentes de agora, mesmo. Mas ainda eu. Sendo &lt;i&gt;ainda eu&lt;/i&gt;, acho válido que esteja postado aqui, como uma parte de mim. Uma parte de mim desatualizada, mas uma parte de mim. Segue a foto que o texto se refere, também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SwSsjhuyPuI/AAAAAAAAAnU/LHKb7TfNlp4/s1600/1202588120_f.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SwSsjhuyPuI/AAAAAAAAAnU/LHKb7TfNlp4/s320/1202588120_f.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405635179101437666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Essa nunca foi minha preferida, em nenhum dos sentidos. Não me lembro que filme era esse que tava passando na tevê. Sei que tinha recém acordado - e tava bem frio. Lembro de uma tarde, tipo essa, que passou um filme com o jack nicholson e ele comia três mulheres - irmãs eu acho - pra fazer um filho-demônio. Ou ele era o demônio. Algo do tipo. É, nem disso eu me lembro direito, na verdade. E, embora o filme seja a única coisa que eu lembro daquela tarde, sei que gostei. Dos dois. Acho que tava sozinha. Tipo hoje. É, sozinha tipo hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complicado mesmo é não saber, não entender. Clarice Lipector diz que é o mais humano - o não-saber. Diz que sempre que se pensa que comprendeu alguma coisa é porque se compreendeu errado. Não existe o compreender. Não sei se concordo. Em parte, um pouco. Talvez por eu nunca entender nada mesmo. "Não me entendo e ajo como se me entendesse". Condição humana absurda. E cada vez nos acho mais prepotentes, mais ridículos e pequenos. Vontade de mandar todos os pré-estabelecidos pro inferno. Longe de querer ser o nenê altro. Longe. É aquela coisa de "tá na hora de dar um rumo nessa vida". É, tá na hora. Feito meu pai que disse que ele não podia decidir por mim as coisas. Verdade. Mas não importa a decisão que tomar, ela vai ser sempre questionada. Vai ver que o problema sou eu mesmo. E não é aquela coisa eu-sou-a-vítima e tal. Longe de mim. Tou distante demais - de tudo - pra me fazer de vítima. Digo que o problema deve ser eu por não me ver "grande". E, por mais imaturo que seja, não quero me ver grande. Não consigo colocar no lugar as coisas. E as desculpas é o que mais acho. Desculpa é o que não falta nunca. É aquela vontade, sabe. Aquela vontade inexplicável de querer ter tudo sem saber o que o tudo é. De tá disposto a batalhar pelo que tu quer, sem saber o que tu vai encarar. Sem nem querer conhecer, de só ir. E ir sempre "dando um jeito". É como tem sido. Há bastante tempo. A pior parte é nem saber o que se acha disso. Me perdi por aí. E quero me encontrar, sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu seja mesmo cheia dos preconceitos e julgamentos. Não é por mal. Tipo forma de defesa, acho. E, por mais que eu acha que ele faça que entende, não entende. Não tem como. Fico quieta, é o melhor. Discutir não vai chegar a nada e eu não sou articulada o suficiente pra me fazer entender. E não é por mal, nunca é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho injusto. Meio que me desiludi, talvez. Aquela coisa de acreditar no bem do ser humano, sabe. A real é que a natureza do ser humano é má. E eu continuo insistindo que não. Que nem eu disse, acho que a minha fé é tão grande nisso porque eu sou assim. Mas é aquela coisa: ser bom é sinônimo de ser fraco. E aqui, os fracos não têm vez. Que merda de filme, diga-se de passagem. Devo ter perdido alguma parte. Ou sou burra mesmo e não nasci pra entender esse tipo de história absurda. Tipo de filme feito sem sentido só pra aparecer. Dalhe. E todo mundo saindo da sala do cinema fingndo que entendeu tudo. Inclusive a mulher de 30 anos da fileira da frente que tinha ido ver o filme sozinha. Entendu tudinho, aham. Eu devo ter perdido alguma parte, mesmo. No mesmo clima, post sem sentidoaeaeae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez tudo volte ao normal hoje. Por mais que pareça que tá tudo extremamente nos trilhos, o normal mesmo é aquela coisa toda que foi ano passado. O meu normal era aquilo. E ser distante era tão bom. Reaproximação. De tudo aquilo que eu achei que tinha deixado pra trás. Em um sentido que ninguém que ler isso aqui vai entender. Porque o passado de verdade tá lá enterrado. Bem enterrado. E, como toda dor, depois de algum tempo, amezina. A gente leva como pode. Como pode.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7331626411513206880?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7331626411513206880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/09-de-fevereiro-de-2008.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7331626411513206880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7331626411513206880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/09-de-fevereiro-de-2008.html' title='09 de fevereiro de 2008'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SwSsjhuyPuI/AAAAAAAAAnU/LHKb7TfNlp4/s72-c/1202588120_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-2834536008141935438</id><published>2009-11-15T22:57:00.001-08:00</published><updated>2009-11-15T23:05:31.175-08:00</updated><title type='text'>A LINE allows progress. A circle does not.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A LINE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Pra ela que tá sempre aqui e me faz progredir e acreditar um pouco mais em mim, nos outros, no mundo e na vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;te quero. nos começos de manhãs rosadas alaranjadas amareladas, nos meus finais de tarde com cheiro de alecrim e hortelã, na noite vazia que contigo é preenchida de risadas,confissões, verdades e amores. te quero risonha frenetica completa. mas te acompanho também tristonha pendente perdida. te imagino com os braços abertos a me esperar em qualquer esquina, qualquer porto. mas és a esquina da minha vida, o meu porto seguro quando nada mais faz sentido nesse mundo já tão sufocante e maldoso. vejo em ti uma saída, um final. ou uma entrada, um começo. uma esperança que sempre haverá quando tudo escurecer. alguém que me abraçará enquanto choro desamparada e soluço por tudo, por nada, por qualquer coisa e me dirá com a voz suave "vai passar, tu sabes que vai. e amanhã tem sol". cada vez mais tenho certeza que o sol só existe porque pessoas como tu fazem ele surgir a cada dia, depois de cada noite fria. "But the sun's been quite kind while I wrote this song, it's for people like you that keep it turned on". TU keep me turn on. obrigada por todos os dias, todas as horas, por sempre. até nesses momentos distantes que sei que tu estás aqui. aqui dentro do lado esquerdo do peito e em todas as minhas células e átomos, vibrando sorrindo pulsando.  eu nem sei o que eu fiz pra merecer tanto assim, mas, sabe, nem questiono muito. tenho medo que não chegue em resposta alguma e o universo veja que fez uma burrada e te tire de mim. e, sinceramente, não sei se conseguiria viver sem tu por perto, sem tu aqui, sem tu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é claro que te encontro, é óbvio que sim. que achas na quarta? bem no meio, onde a correria já tá quase nos sufocando, nos encontramos e nos enchemos de força de novo pra encarar o resto dos dias da semana que sempre trazem mais indas-e-vindas infindáveis e sempre saudades de ti. e daí, no fim desta próxima semanin que já começou, podemos fazer uma janta.  isso mesmo, digo cozinhar. eu e tu, tu e eu. e, se quiseres, mais alguma alma especial que sabemos ter encontrado nesse deserto de almas também desertas. onde? em algum lugar, em qualquer lugar. e de todos os ingredientes o que a gente sabe que não vai faltar é este aqui ó: AMOR AMOR AMOR. em excesso. e dúvido que alguma de nós reclame que foi temperado com amor demais. não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me chama, me manda um beijo, um abraço, um carinho, um chamego.&lt;br /&gt;te mando aqui ó, vários. enormes e lançados direto pro fundo do teu coração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-2834536008141935438?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/2834536008141935438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/line-allows-progress-circle-does-not.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/2834536008141935438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/2834536008141935438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/11/line-allows-progress-circle-does-not.html' title='A LINE allows progress. A circle does not.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5547831267865416475</id><published>2009-10-31T13:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-31T14:03:15.309-07:00</updated><title type='text'>QUE SEJA DOCE X 7</title><content type='html'>Ando escrevendo de qualquer jeito, com uma preguiça danada. Não reviso os textos, não tenho tido paciência, não ando produzindo direito. Esse último ali debaixo veio numa onda de inspiração momentânea duma conversa com uma grande amiga minha, dessas relíquias que a gente coleciona e guarda nos lugares mais bonitos dentro da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa falta de capacidade de correção, de atenção deve ser porque a minha cabeça anda a mil. Me atropelo nas palavras, tentando colocar tudo que tenho pensado no papel. "Trânsito de palavras", Yelipetecos disse. Acredito bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudei muito a minha maneira de enxergar o mundo no último ano. E eu sei que é clichê falar dos anos e do tempo, mas nossa, esse último ano passou muito rápido. E cada segundo foi de aprendizado. Tá sendo. Cada momento serve pra gente coletar, guardar aqui e entender, não entender, se jogar, se perder. Me livrei de muitos pre-conceitos e adotei novas filosofias de vida. Umas que envolvam mais amor, mais compreensão, mais empatia. Mais humanas. Não o humano que a sociedade obriga a gente ser, mas o humano que a gente deveria ser em nível espirítual. Próximo de um tudo maior. PARTE de um tudo maior. Estando incluindo no universo e sendo forma dele se manifesta - e estando ciente disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando agora, chamaria de evolução. Pura. Tem muito mais pra acontecer, tem muito mais de mim que eu tenho que encontrar por aí, perdido nesse mundão a fora. Tem tanta coisa, tanta coisa, que a gente fica até perdido. Eu sei que fico. Mas aos poucos, com os passinhos pequenos, a gente vai se encontrando. Se encontrando e criando asas. Cada vez maiores pra nos fazerem voar mais alto. Não sei se asas maiores nos fazem voar mais alto, mas algo faz. E é esse algo que eu tou atrás.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5547831267865416475?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5547831267865416475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/que-seja-doce-x-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5547831267865416475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5547831267865416475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/que-seja-doce-x-7.html' title='QUE SEJA DOCE X 7'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-2692994441422339703</id><published>2009-10-31T13:51:00.000-07:00</published><updated>2009-12-11T08:08:28.068-08:00</updated><title type='text'>LIBERTA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nada tu não vai fazer. Tu tem que fazer ALGO. Qualquer coisa. Só não deixa esse momento passar. Não deixa esse sentimento passar. Não te reprime só porque te ensinaram a fazer isso. Não te reprime porque te obrigaram a acreditar que isso é o certo. Segue o teu caminho, cada um tem o seu. E não dá bola se quiser opinar sobre o teu, apontar e falar é muito fácil. Difícil é caminhar em direção ao desconhecido. Difícil é caminhar em direção ao que te dá medo, insegurança. Difícil é se demonstrar frágil, inocênte, vunerável. Então, te liberta. Seja vulnerável. Faça alguma coisa. Vai lá, diz. Berra, canta. Vai lá, telefona. Dá um toque. Manda uma mensagem, sei lá. Manda uma carta, um depoimento, um sinal de fumaça. Faz qualquer coisa que te ajude a te expressar. Só não deixa esse momento passar. Seguraí. Não, não tem nada disso de ser tonta, pequena. Que tonta o que. É ser livre. É ser aberta. É ser bonita. Quer coisa mais bonita do que se expressar sem medo? Ou melhor: quer coisa mais bonita do que se expressar, mesmo tendo medo? Quer coisa mais digna, mais corajosa, mais cheia de graça? Não tem, não. Deixe que digam que tu está sendo tonta. No fundo eu sei - e tu também sabe - que tu tá sendo linda, maravilhosa, cheia de cor. E daí que não é recíproco? DESDE QUANDO algo precisa ser recíproco pra ser verdadeiro? Deixa que os medos devorem os outros, a ti, te mantem em paz. Tranquila. Leve. Por ter dito tudo, por ter feito tudo. São essas fragilidades, essas doçuras que nos fazem ser especiais. Ser os poucos e bons, como diz a noção-de-tudo. Faz o que te fizer te sentir melhor, o que fizer te sentir viva. Só tu sabe o que te faz sentir viva, então esquece o que os outros vão dizer, vão apontar, vão julgar. Esquece as capas de proteção que colocam em cima de ti, a muralha que criaram pra que tu não sofresse. Sofre. Vai lá, sofre. Descobre por ti mesmo. Ou sorri, sorri muito, sorri mil vezes, ri até não poder mais, até a barriga doer. Aceite as consequencias do que acha que te faz melhor e vai lá, dá a tapa a cara. Seguro tua mão, é claro. Te apoio sempre, sem dúvida. Mas faz por ti. E não deixa nada, nem ninguém, te prender. Tira o par de asas da bolsa e se joga, voa. Descobre até onde tu pode ir. Tu tem que aprender por ti mesmo, ninguém pode fazer por ti. E ninguém pode julgar. &lt;i&gt;A gente nunca pode julgar o que acontece dentro dos outros&lt;/i&gt;. Digo, redigo, tridigo, mildigo. Sempre que tu for fazer algo doce, intenso e de verdade, eu vou te apoiar. Foda-se o resultado. O que importa é a intenção - e a intenção é verdadeira, linda e cheia de cores. E se vier as sombras, vou estar contigo pra gente pegar todas as tintas, lápis e canetinhas pra colorir e desenhar em todos os papéis, paredes, móveis e, principalmente, nossas almas e corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Não tenho dúvidas que isso se chama amor.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-2692994441422339703?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/2692994441422339703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/liberta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/2692994441422339703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/2692994441422339703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/liberta.html' title='LIBERTA'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-369769102317610217</id><published>2009-10-18T23:34:00.001-07:00</published><updated>2009-10-18T23:55:42.541-07:00</updated><title type='text'>Inacabado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não sei como acabar porque não sei como termina.&lt;br /&gt;Como muito da minha vida, esse é inacabado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi uma dessas noites de insônia. Não que elas fossem frequentes, não eram. Normalmente, deitava nos lençóis macios, lia meia página de algum livro da cabeceira e logo dormia para suas - no mínimo - dez horas de sono. Hoje, não. Hoje deitou, leu algumas frases que não fixavam na mente, releu mais algumas palavras, desistiu. Apagou a luz, contou: carneirinhos, histórias, contos de fadas, sonhos. Não conseguiu. Foi até a cozinha: nada na geladeira além daquela massa com requeijão de sempre. Era só o que sabia cozinhar: massa ou ovo. Nada de doce. Nada de muito requintado. Nada que fizesse perder mais tempo na cozinha do que pensando no resto do mundo. Nada que a prendesse por muito tempo. Tinha isso: não gostava de ser presa. E, quando via, possuía asas que a levavam por todos os lugares. Hoje não. Hoje tinha uma corrente com quilos preso nos pés, segurando-na ali. Na cozinha, com a massa. O que se faz? Esquenta. No fogão. O microondas havia estragado há meses e ainda não tinha levado para consertar. Não sabia nem se era por falta de dinheiro ou por falta de tempo. Não que faltasse tempo no seu dia, gastava bastante ele fazendo coisas pequenas que poderiam ser dispensadas, mas que faziam parte da sua rotina. Só faltava tempo pra isso: pra telefonar pro Seu Carlos buscar o microondas e levar pra fazer um orçamento. "E", pensou, "mesmo se fosse barato o orçamento, duvido que eu fosse buscar essa tralha lá". Mais fácil comprar um novo. Mas não possuía dinheiro suficiente pra comprar um novo e, se possuísse, gastaria com outra coisa que lhe fizesse mais feliz do que um microondas. Afinal, tanta coisa pode te fazer mais feliz que um microondas, não é? Colocou o fogão no fogo baixo, aqueceu a massa. Colocou o requeijão por cima, pra derreter, sabe como é. E começou a escrever, porque era isso que fazia quando se perdia nos pensamentos e a insônia abalava suas maravilhosas mínimas 10 horas de descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez pudesse ter sido o horário de verão. Mas isso te atrasa (ou adianta?, nunca sabe) o sono uma hora só. Ficar até as cinco da manhã acordada e justificar dizendo que é por causa do horário de verão é querer se enganar. Mas então, o que te incomoda? Mas quem disse que algo incomoda se tu não é capaz de dormir? Vai ver que simplesmente aquela noite tu não deveria dormir e não há nada incomodando. Algo te faz ficar acordada e depois de um tempo tu descobre porque. Se bem que, se até as cinco da manhã nada aconteceu, não há muito motivo pra te manter acordada, não é? Talvez simplesmente não tenha motivo nenhum. Mania neurótica essa dos seres humanos de quererem ver razão para todas as coisas. Ficou-se acordada. Aproveita. São poucos esses momentos de solidão numa casa que é sempre repleta de gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ver que era isso: a solidão. Foi deitar e se sentiu tão só. Mas não esse só gostoso, esse só que se escolhe estar. Mas aquela solidão medonha, tipo dama da noite. Fugindo do caminho das trevas em que há o lobo mau. Seguindo a seta que ela mesma criou pra apontar o seu destino, sem nem saber se aquele era o melhor a seguir. Mas, de novo: mania chata essa de ter que saber tudo sempre, seguir o melhor caminho, fazer tudo certo! Errar também é viver - e te faz sentir tão vivo quanto acertar. Sentiu-se só, enfim. E, para não sentir-se só no escuro, foi escrever: para fazer companhia a si própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ver o que temeu foi os sonhos que anda tendo. Um pouco escuros e sem sentido. Bastante nostálgicos e poderosos. Ela sempre teve medo quando o inconsciênte a domina mais do que a razão. Com os sentimentos e impulsos que a levavam para lugares que sabia que não deveria estar, mas onde queria estar, sempre se deu bem. Agora, com o inconsciente que se manisfesta sem que ela possua qualquer controle, esse desconhecido, morre de medo. Teme do que pode querer sem nem saber. Prefere continuar na ignorância de si mesma. Foge da escuridão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-369769102317610217?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/369769102317610217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/inacabado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/369769102317610217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/369769102317610217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/10/inacabado.html' title='Inacabado'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-7145727233792156415</id><published>2009-09-26T08:50:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T08:51:13.659-07:00</updated><title type='text'>Um último apelo ao ser humano.</title><content type='html'>Eu poderia simplesmente ignorar, deixar passar (e sempre passa), mas aí não seria eu. Poderia, também, utilizar da introdução do outro e-mail, mas acho que não é preciso repetir as mesmas palavras. Então aqui vai, limpo e cru:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sei que acabei me decepcionando. E não foi me decepcionando contigo, nada disso, foi comigo mesma. Essa minha mania boba de achar que as pessoas pensam como eu, vêem as coisas como eu, sentem o belo e o único. Vivem uma sintonia. Mas às vezes não é assim. Na maioria das vezes, não é assim. E quando eu vejo que não é bonito e simples assim, me bate um misto de tristeza com um pouco de raiva e muita incompreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e, se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas". Bem isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu não deve estar entendo, então explico: fui na maior das boas vontades falar contigo, de coração aberto, trocar alguns sorrisos e vi tu fugindo de mim, sumindo. Não sei o quão foi coincidência, o quão foi proposital, o quão foi a minha percepção sobre o que tava acontecendo e o quão foi realidade. Mas, senti que fosse exatamente isso: tu me evitando como se eu tivesse te incomodado. Me senti tão boba e como se tu tivesse não entendido - ou ignorado - as coisas que eu te disse. Que não foram nada demais,  mas fizeram parte de mim. "Mas a gente nunca pode julgar o que acontece dentro dos outros". Por isso te escrevo, pra não criar conclusões de algo que talvez nem ocorreu (para ti) como eu conto. Uma realidade diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te escrevo porque, no fundo, acho que tem algo aí. É um apelo, novamente. Como se tivesse uma esperança de resgatar e ver o humano dentro de cada um. Dentro de ti. E não o humano amedrontador - que teme, foge, ignora - mas o humano que tanta gente já se esqueceu: o que é igual ao outro e vive e acredita no bem, no melhor. Um pouco de empatia, um pouco de transparência, um pouco de coragem e sinceridade. Esse humano que eu busco em ti, assim como nas outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tou te escrevendo pra te cobrar nada (quem sou eu pra fazer isso, afinal). Nem pra te julgar nem pra te assustar novamente. Te "chocar" como tu disse da última vez que a gente conversou. Nada disso. Só não utilizo de simulacros, cansei disso. Essa sou eu: nua e crua. E um dia, quando tu quiser, eu vou querer ver esse teu lado. Um lado que vai além do rosto bonito e das predeterminações, o lado que se deixa tocar e ir ao fundo, o lado que não fala só das coisas bobas, mas das coisas simples e belas: o teu lado realmente mais incrivelmente bonito. Todo mundo tem, mas são poucos que se deixam tocar. Espero que um dia tu me permita chegar mais perto. Te digo que estou diposta a te ver como poucas pessoas estão. E pode soar meio esnobe, como se eu sentisse e fosse mais que os outros, mas juro que não é. É só verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te desejo, assim, uma boa viagem, seja lá pra onde fores. Que tu tenhas sucesso, que tu sejas feliz e que, acima de tudo, tu te encontre. Acho que essa é a grande busca de todo mundo: no meio dessa montanha-russa que chamamos de vida, queremos nos encontrar. E se tu não te encontrar, que tu te perca um pouco mais. "Vai que ninguém nasce pra se esconder... Seja livre até pra se perder". Que tu sejas, acima de tudo, livre e viva a vida do jeito que tu achar mais certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o outro e-mail eu tinha certeza que tu ia responder, assim eu estou quase certa que tu não vai. Mas, se tu quiser me escrever umas palavras doces e sinceras, me fariam muito bem. Mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: "Te escrevo, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis". Assim acredito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-7145727233792156415?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/7145727233792156415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/um-ultimo-apelo-ao-ser-humano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7145727233792156415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/7145727233792156415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/um-ultimo-apelo-ao-ser-humano.html' title='Um último apelo ao ser humano.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3774284811581242228</id><published>2009-09-26T08:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T08:50:01.183-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Não sei a que ponto posso te escrever algo sem parecer rídicula ou tomada de pre-determinações. Vou ser bem sincera: cheguei embriagada de uma festa - acontece, acho que sabes mais do que eu  - e comecei a escrever sobre tudo, sobre todos, sobre sentimentos, sobre verdades e mentiras. Tenho isso pela escrita, acho sincero e belo. Já de principio peço perdao pelos erros que hão de vir, sejam eles quais forem, pois já afirmo que não estou na melhor da minhas condiçoes. Mas acredito que, embrigada, me poupo dos pudores e de tudo aquilo que vem a conter qualquer sentimento verídico e próprio do ser humano.&lt;br /&gt;Não queria me desculpar tanto por estar te escrevendo. Queria simplesmente te escrever, sem pudor, nem culpa. Sem medo. Mas hoje os dias são tão incertos que tu nunca sabes quando algo que tu escreve vai voltar contra ti, por mais que seja verdade. Por isso se utiliz de sete linhas para se explicar antes de falar algo verdadeiro que venha da essência, da alma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3774284811581242228?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3774284811581242228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/nao-sei-que-ponto-posso-te-escrever.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3774284811581242228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3774284811581242228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/nao-sei-que-ponto-posso-te-escrever.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-8116219714332787765</id><published>2009-09-09T14:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-09T14:17:03.183-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Como dizia o poeta &lt;br /&gt;Quem já passou por essa vida e não viveu &lt;br /&gt;Pode ser mais, mas sabe menos do que eu &lt;br /&gt;Porque a vida só se dá pra quem se deu&lt;br /&gt;Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu &lt;br /&gt;Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não &lt;br /&gt;Não há mal pior do que a descrença&lt;br /&gt;Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão &lt;br /&gt;Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair&lt;br /&gt;Pra que somar se a gente pode dividir &lt;br /&gt;Eu francamente já não quero nem saber &lt;br /&gt;De quem não vai porque tem medo de sofrer &lt;br /&gt;Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão &lt;br /&gt;Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, Vinicius...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-8116219714332787765?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/8116219714332787765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/como-dizia-o-poeta-quem-ja-passou-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8116219714332787765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8116219714332787765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/como-dizia-o-poeta-quem-ja-passou-por.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-1210173594164905156</id><published>2009-09-07T21:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T21:49:46.531-07:00</updated><title type='text'>perdida de referências</title><content type='html'>Não sei bem, às vezes me perco&lt;br /&gt;No meio de tantas histórias, conversas e lutas&lt;br /&gt;Sem um pouco de calma, só cobranças e rugas&lt;br /&gt;É de se ficar assustada, feito criança no escuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nem sei onde estão os contos que escrevi, as cartas que recebi,&lt;br /&gt;Os trechos que anotei, as histórias que eu não contei.&lt;br /&gt;Em alguma caixa, atrás do pó e da memória, talvez&lt;br /&gt;Embaixo da cama, no fundo do armário, perdidos de vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escapando de mim pelos sopros, não seguro&lt;br /&gt;Fico aqui, procurando cores pra colorir a solidão&lt;br /&gt;Que só aumenta nesse mundo sem perdão&lt;br /&gt;Atrás de vidas que pulsem demonstrando toda beleza do mundo&lt;br /&gt;Que se resume ao universo de simplicidade sem compreensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceito o que tiver como parte de mim&lt;br /&gt;Faço (d)a arte o que eu quiser desde que faça sentir&lt;br /&gt;Me deixo viver, não peço permissão&lt;br /&gt;Não procuro mais começo, meio ou fim&lt;br /&gt;Aceito a condição de encher o coração hoje nem tão frio assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-1210173594164905156?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/1210173594164905156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/nao-sei-bem-as-vezes-me-perco-no-meio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1210173594164905156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1210173594164905156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/09/nao-sei-bem-as-vezes-me-perco-no-meio.html' title='perdida de referências'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-1242259568593614304</id><published>2009-08-30T19:55:00.000-07:00</published><updated>2009-09-01T12:56:36.322-07:00</updated><title type='text'>"Trata-se apenas de manter o azul das tuas asas".</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SptEdIT6mXI/AAAAAAAAAjU/gG787TlkvYk/s1600-h/OgAAAK9uOdoVmFlQO2ztZc1YSP04on5K4BsxHpvUyYUbcNpm4w3QTQlrw38tAQ6x439PEfZK-sU6BUgwJ3y-oPdmHLUAm1T1UGmkyUxoDRNhY41TytOhByk9B-Cp.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375965847434729842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 266px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SptEdIT6mXI/AAAAAAAAAjU/gG787TlkvYk/s400/OgAAAK9uOdoVmFlQO2ztZc1YSP04on5K4BsxHpvUyYUbcNpm4w3QTQlrw38tAQ6x439PEfZK-sU6BUgwJ3y-oPdmHLUAm1T1UGmkyUxoDRNhY41TytOhByk9B-Cp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;"Quando nasci veio um anjo safado, &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;o chato d'um querubim e decretou que &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;eu tava predestinado a ser errado assim.&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Já de saída a minha estrada entortou,&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;mas vou até o fim.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;Chico Buarque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Não sei precisar qual foi o momento exato que percebi que era torta deste jeito. Sempre soube que a minha inconstância fazia parte da minha personalidade, só não considerava que fosse algo tão assustor e perigoso a ponto de escurecer momentos e transformar em ruínas o que se mantem dentro de si. Depois de muitos vagões, paredes(,) caídas, recaídas, poços, risos e (principalmente) dores - porque se sabe que é só com dor que se evolui - comecei a considerar essa característica tão própria de mim como um defeito. Talvez seja aquilo que o Diego disse de mim um dia desses: que sei ser transparente. Não sei até onde sou sincera comigo mesma - e com os outros - e não sei medir o ponto exato da verdade a se contar ao próximo. Me confundo, me enrolo, conto demais, falo o que não devo - e machuco. A minha verdade fere, com muita frequência. E me dói admitir aos outros que não consigo seguir uma linha reta, um único caminho. Não é falta de palavra, é só falta de rumo mesmo. São minhas asas, que não quero que sejam cortadas. Meu defeito são as minhas asas, já viu disso? Preciso da minha liberdade. Não preciso fazer, mas preciso saber que posso fazer. Preciso ter controle de alguma coisa - e gosto que seja de mim mesma, sem ninguém pra me dizer como agir. &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Eu nasci assim menina geniosa e impulsiva e acho que gosto desse meu jeito&lt;/span&gt;. E, pior do que ser um defeito, é ser um defeito e mesmo assim, gostar-se dele. Quanto colocado na balança, prefiro mantê-lo em mim. E, talvez, seria até injusto se eu o tirasse. E perigoso: &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro&lt;/span&gt; (viva Clarice). Diferentemente de antes, hoje assumo minha inconstância - o que já é um grande avanço - e tendo a lidar com ela da maneira mais racional possível. A frente de todos, coloco os pontos nos i's. Sou assim: meio monstra, meio princesa mesmo. Não é nada simulacro, juro que não. Mas é tudo momento. Talvez seja mais até maduro de minha parte saber que nada é para sempre, que as coisas se transformam e que tudo é lindo de alguma maneira. Meio &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;é sempre amor mesmo que mude&lt;/span&gt;, assim. Eu sou toda amor, só não sei medir. &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;E não é que seja amor de menos, é amor demais&lt;/span&gt;, diz o mesmo texto que dá o nome a esse blog. E às vezes sofro as consequências de ser sempre amor, com quem merece. Sou muito de enxergar brilho nas pessoas e acho a &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;uniquessidade&lt;/span&gt; de cada um de encher meu coração. É aquela coisa de ver aquilo que o mundo todo (&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;que mundo egoísta esse!&lt;/span&gt;) ignora: o brilho das almas, as cores, os sorrisos, os olhos e todo universo escondido, repleto e sincero atrás dele. Mas depois de subidas e descidas, indas e vindas, vagões, paredes(,) caídas, recaídas, poços, risos e (principalmente) dores, consigo assumir essas conquências do que acho que me faz melhor. Desse jeito torto que eu - e só eu - sei fazer. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-1242259568593614304?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/1242259568593614304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/desta-vez-e-sobre-mim.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1242259568593614304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/1242259568593614304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/desta-vez-e-sobre-mim.html' title='&quot;Trata-se apenas de manter o azul das tuas asas&quot;.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SptEdIT6mXI/AAAAAAAAAjU/gG787TlkvYk/s72-c/OgAAAK9uOdoVmFlQO2ztZc1YSP04on5K4BsxHpvUyYUbcNpm4w3QTQlrw38tAQ6x439PEfZK-sU6BUgwJ3y-oPdmHLUAm1T1UGmkyUxoDRNhY41TytOhByk9B-Cp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-6822681187957135083</id><published>2009-08-13T20:33:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T22:27:24.496-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoTbYDUuRGI/AAAAAAAAAjM/bUwJ-Z6nLDA/s1600-h/OgAAAGsPzIXQUlEDYcQ0Wk4U3WYaqkD_H1Rxkvyz4-Dq19f4GQSCYxxS2NQKrbtPxjcpNoHcVSHqCoLxG0XzIWvXZX8Am1T1UDUPMcjMqNeGuSmRC0nM1oqg3cen.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoTbYDUuRGI/AAAAAAAAAjM/bUwJ-Z6nLDA/s400/OgAAAGsPzIXQUlEDYcQ0Wk4U3WYaqkD_H1Rxkvyz4-Dq19f4GQSCYxxS2NQKrbtPxjcpNoHcVSHqCoLxG0XzIWvXZX8Am1T1UDUPMcjMqNeGuSmRC0nM1oqg3cen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369657861988041826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"É sintonia, eu sei, mas de onde ela vem? eu não sei, quero apenas pensar que é bonito, sim, que não é comum entre o comum das pessoas, que é bonito, sim, como uma troca de delicadezas das almas. E amizade é outra coisa? Eu acho que não e, com, ternura, e brindo ao teu brinde."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro que essa da esquerda me emprestou pra ler. Que fala sobre os mais diversos amores. São essas histórias que a gente compartilha, que a gente conta, que a gente troca. É tudo amor, tudinho. É o que mais vale a pena - e vocês mais do que outros sabem. é o carinho, é a ternura, é a doçura. É a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aquilo de se olhar nos olhos e ver que "é claro que entre nós há uma conexão e é claro que é muito mais além de diversão". Saber que encontrou o teu grupo, a tua turma. Que tem gente que sente e vive e é LINDA e é bonita, é bonita e é bonita. Que não tem medo nem vergonha de ser humano, puro e cheio de falhas e defeitos. Que te empurra pra frente e que tá lá contigo no fundo do poço e voando muito alto no céu. É falar de almas, de cores, de sonhos e ver os olhos brilhando. É uma das mais bonitas formas de amor. E nós bem sabemos que consideramos justa toda a forma de amor. "Quem é que não queria se encontrar?" Sei que me encontro um pouquinho mais sempre que estou com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tão lindas, tão doces, tão humanas que eu fico até sem palavras. Obrigada por fazerem eu descobrir um pouco mais de mim e por estarem do meu lado pra encarar o que esse mundo nos reserva. Eu amo tanto que as palavras já não dão mais conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(as fotos aqui não são meramente ilustrativas).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-6822681187957135083?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/6822681187957135083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-sintonia-eu-sei-mas-de-onde-ela-vem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6822681187957135083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6822681187957135083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-sintonia-eu-sei-mas-de-onde-ela-vem.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoTbYDUuRGI/AAAAAAAAAjM/bUwJ-Z6nLDA/s72-c/OgAAAGsPzIXQUlEDYcQ0Wk4U3WYaqkD_H1Rxkvyz4-Dq19f4GQSCYxxS2NQKrbtPxjcpNoHcVSHqCoLxG0XzIWvXZX8Am1T1UDUPMcjMqNeGuSmRC0nM1oqg3cen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5314517658984595491</id><published>2009-08-12T16:04:00.000-07:00</published><updated>2009-08-12T18:06:50.677-07:00</updated><title type='text'>SRI LANKA, quem sabe?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoNO4YLh0WI/AAAAAAAAAjE/8ABzNzkif70/s1600-h/fabico_250409_0236.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoNO4YLh0WI/AAAAAAAAAjE/8ABzNzkif70/s400/fabico_250409_0236.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369221911226208610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E fiquei pensando se era mesmo verdade que ainda sofríamos". Li essa frase do Caio F. hoje no ônibus e pensei na gente. Em nós duas, tão cheias das dores e inseguranças, mas com uma força descomunal. E sabe, depois de hoje, pensei que não sofríamos mais. Que paramos de nos lamentar e fomos à luta pra mudar, pra sermos mais, pra sermos melhores para nós mesmas. Pois somos jovens, repletas de vida, de vontades e de amor. Somos as esquisitas da turma, diferentes, especiais. Com o coração e toda vida pulsando no peito e em todo resto do corpo. Decidimos deixar de ser covardes e encarar o que vier, colocar uma mochila nas costas, os dois pés na estrada e ir embora pra descobrir que pertencemos a esta cidade que muitas vezes nos sufoca e desagrada.  Nos vamos nesta procura por nós mesmas que parece que só se dará quando estivermos em movimento. Aceitamos a condição de irmos além - e não sofremos mais. Vamos, "de mãos dadas e de pé até o mais longe que der e enquanto eles tentam nos derrubar, nos ofender, nada pode nos deter - a gente sabe que vai arder". Sei que, embora perdida e com a visão embaçada e cambaleando, não estou sozinha. Sei que te tenho aqui - e me tranquiliza, me dá força, me faz querer ser mais e cada melhor, sempre melhor.  E então penso que juntas não sofremos mais. Sei que, contigo, eu não sofro mais. Obrigada, lindíssima. Um beijo enorme nessa  tua alma linda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5314517658984595491?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5314517658984595491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/sri-lanka-quem-sabe.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5314517658984595491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5314517658984595491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/sri-lanka-quem-sabe.html' title='SRI LANKA, quem sabe?'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SoNO4YLh0WI/AAAAAAAAAjE/8ABzNzkif70/s72-c/fabico_250409_0236.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5254626373277260628</id><published>2009-08-10T14:56:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T15:24:38.763-07:00</updated><title type='text'>Nosso caminho é a gente quem faz.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem eu deixei que a vida me levasse mais uma vez por caminhos e pessoas desconhecidas, pra ver se me supreendia ou descobria um pouco mais de mim, dos outros, do íntimo ou do superficial. Naqueles momentos em que o álcool coordena mais teus movimentos do que tu mesmo. Deixei-me levar. Me encontrei no meio de uma dúzia de pessoas nunca vistas antes, num outro mundo que eu, desatenta, havia totalmente ignorado a existência. Um outro mundo que talvez não condiga com o meu ou que já fez parte de mim há anos atrás. Como se já tivesse vivido acreditado e desacreditado em tudo aquilo uma vez. Mas um mundo de pessoas, de humanos e vulneráveis, condenados ao mesmo fim que eu, por mais que fujam e tentem esquecer dessa verdade. Iguais a mim no biológico, mas tão diferentes na essência.&lt;br /&gt;Depois de muita chuva, indas e vindas, falas, carinhos e risadas, uma pessoa que quase ou nada me conhece, perguntou: "Tu tem medo de te relacionar? Tipo, paixões avassaladoras assim". Achei graça porque tal criatura desconhecia todo rótulo que havia sido criado em volta de mim: a mayah é aquela menina-mulher impulsiva e intensa, que dá a cara a tapa sempre, rainha das paixões efêmeras e avassaladoras. Não sei o que fiz ou disse praqueles olhos azuis me perguntarem algo que tinha como tão certo pra mim - e comecei a me questionar no que havia acontecido comigo. Será que mudei e nem notei? Será que estou, realmente, mais pé no chão? Com medo - olha só, MEDO: algo que nunca tive -  de me relacionar? Me protegendo, talvez? Fui sempre tão contra essas grades de contenções sentimentais e emocionais, mas será, me diz, será que acabei me aprisionando, cortando minhas próprias asas? Por alguns minutos, caiu o mundo. Como se eu mesma dentro de mim acompanhasse o caos que a chuva e o vento estavam causando do lado de fora do apartamento. Eu, tão cheia de mim e tão segura, sempre crente do meu amor pelos outros, pela vida, me perguntei: será que meu coração se esgotou? Justo eu tão cheia de almas vivas e cores pulando internamente. Eu, que muitas vezes senti que era possível que eu explodisse em borboletas coloridas. Metamorfose pura, com muita cor. Daí pensei que não, que devia ser o álcool, as noites sem dormir, o relógio biológico todo errado. Pensei, então, que só estava procurando o meu lugar, nesse mundo já tão vazio de coisas bonitas. Respirei fundo e ouvi: meu coração ainda bate e eu estou aqui: cada vez mais dona de mim e das minhas escolhas. Sem nada pra fugir ou me esconder. Transparente. Leve. E com o coração cheio, sempre cheio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5254626373277260628?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5254626373277260628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/nosso-caminho-e-gente-quem-faz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5254626373277260628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5254626373277260628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/nosso-caminho-e-gente-quem-faz.html' title='Nosso caminho é a gente quem faz.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-5514153389657958850</id><published>2009-08-04T21:43:00.000-07:00</published><updated>2009-12-13T08:40:16.948-08:00</updated><title type='text'>e por que não falar de amor se no fundo é só isso que vale a pena?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnkQDXWLkJI/AAAAAAAAAiI/x94oVcgJNiM/s1600-h/loveisall.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366338080981356690" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 300px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnkQDXWLkJI/AAAAAAAAAiI/x94oVcgJNiM/s400/loveisall.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Acordei abstrata, esta é a questão. E, acordar abstrata é estar num meio caminho e ficar deformando tudo, tornando muito mais grave e muito mais solene o que nem é tanto assim, mas. Também rindo meio boba de que, afinal, o que nem é tanto assim."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entrei no meu quarto e o encontrei com uma meia luz da minha cabeceira, com os livros todos empilhados naquele colchão virado ao contrário que eu uso como prateleira. E na bagunça daquela peça colorida e riscada com os móveis todos trocados de lugar (engraçado como às vezes a gente acha - eu pelo menos tenho essa fé estranha - que mudanças pequenas e muitas vezes sem sentido como cortes de cabelo, um furinho a mais no corpo, um desenho aqui, um escrito ali, um móvel pra cá e outro pra lá, uma cor nova na parade do quarto, enfim, essas minúcias bobas, podem modificar a energia que existe em volta da gente, fornecer ares novos ou até um novo rumo, quem sabe) encontrei um livro que há tempos a Nina me emprestou pra ler. Chama-se "Entre mulheres" e são várias histórias de amores: cada um diferente do outro. Reli aquele que ela disse que eu ia gostar. Helena. Me li do começo ao fim. E ainda começa o conto citando música do Caetano, o Quereres. Deu até vontade de escrever. Pra mim, livro, conto, escrito bom é assim: desperta algo em ti que faz tu pensar e/ou sentir e, pra mim, escrever faz parte do pensar-sentir. Vim pra cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ainda) falando em amor, hoje eu cheguei em casa só a meia noite e ela pediu pra ir deitar um pouco com ela. Saltou em cima de mim e me apertou tanto que eu senti como se eu fosse uma criança de quatro anos. Disse que tava com saudade e me fez prometer que por mais que eu cresça, eu vou tá sempre por perto. Prometi sem hesitar, é claro. E fiquei toda boba. Esse porto seguro aí se chama mãe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-5514153389657958850?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/5514153389657958850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-por-que-nao-falar-de-amor-se-no-fundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5514153389657958850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/5514153389657958850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-por-que-nao-falar-de-amor-se-no-fundo.html' title='e por que não falar de amor se no fundo é só isso que vale a pena?'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnkQDXWLkJI/AAAAAAAAAiI/x94oVcgJNiM/s72-c/loveisall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-8581575448745254584</id><published>2009-08-02T15:00:00.000-07:00</published><updated>2009-08-02T15:14:28.596-07:00</updated><title type='text'>E um só coração agora já não basta pra tudo que eu posso sentir.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnYPKZxM0uI/AAAAAAAAAh4/QjlAqyaLIx0/s1600-h/OgAAAK2Plqxbhc8t2upFXM4j2haCyonritImHwXPq4wi_5Y68JvSgCgHpMRQivdcuWL1nU26j8GzrbtvYZeewI2khA4Am1T1UJtxzdBlP69CZ54VQNsowgHN7qWS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365492677448880866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnYPKZxM0uI/AAAAAAAAAh4/QjlAqyaLIx0/s320/OgAAAK2Plqxbhc8t2upFXM4j2haCyonritImHwXPq4wi_5Y68JvSgCgHpMRQivdcuWL1nU26j8GzrbtvYZeewI2khA4Am1T1UJtxzdBlP69CZ54VQNsowgHN7qWS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para Nina &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Não é a toa que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; o sobrenome&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; dela é LUZ)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Temos nosso código secreto. Esse, de sentir como ninguém mais. Sabemos o valor das palavras, sorrisos, abraços, lágrimas, sol, estrelas e até da chuva que cai sem previsão de quando vai parar. Falamos pelos cotovelos, braços, mãos, dedos e unhas. E, embora tão diferentes, somos muito parecidas. Como se a força e a determinação dela se unissem com a minha impulsividade e disposição para sonhar, criando essa qualidade-característica-e-até-talvez-quem-sabe?-defeito que é tão única e tão nossa, que só existe quando estamos juntas. Totalmente nova, montada num mundo paralelo, comandado, compreendido e compartilhado por - e só por - nós, com muito gosto-orgulho-vontade. Nos encontramos assim, quase sem querer, por esses bares, ruas, esquinas da vida, como se (os astros? talvez. ou alguma destas forças místicas que nos regem sem nem sabermos) tivessem determinado aquele exato momento para entrarmos com tudo na vida - e no coração - uma da outra. E eu, pelo menos, não vou deixar tu sair daqui tão cedo. &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-8581575448745254584?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/8581575448745254584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-um-so-coracao-agora-ja-nao-basta-pra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8581575448745254584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8581575448745254584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/08/e-um-so-coracao-agora-ja-nao-basta-pra.html' title='E um só coração agora já não basta pra tudo que eu posso sentir.'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QoEZS-4qqjU/SnYPKZxM0uI/AAAAAAAAAh4/QjlAqyaLIx0/s72-c/OgAAAK2Plqxbhc8t2upFXM4j2haCyonritImHwXPq4wi_5Y68JvSgCgHpMRQivdcuWL1nU26j8GzrbtvYZeewI2khA4Am1T1UJtxzdBlP69CZ54VQNsowgHN7qWS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3787798955889259147</id><published>2009-07-07T05:33:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T05:46:02.657-07:00</updated><title type='text'>eu parei de insistir</title><content type='html'>"É, eu nunca gostei disso", foi o que ele disse após uma discussão sem sentido incentivada por uma tentativa de segurar e manter algo que já não etava mais ali. Devia ter se perdido entre as tristezas, decepções e mágoas que ambos se causaram nesse um ano de relacionamento fracassado.&lt;br /&gt;   "Ainda bem que não tenho mais que te agradar", pensou ela, por sua vez. Mas não disse nada. Que ele viesse com as pedras, cuspes e insultos para atirar, as paredes dela haviam deixado de ser de vidro há algum tempo e não seriam quebradas por qualquer coisa que ele jogasse. Havia construído uma muralha, bem alta, que conseguisse deixar todas as coisas ruins do lado de fora. E voltou a pensar porque havia telefonado se ele, cego de - o que seria? raiva? desilusão? racionalidade? - não era capaz de ouvir mais. E por um segundo, resolveu que não iria se explicar mais. Cansou-se. "Porra! Falarei quantos palavrões quiser, todas as vezes que achar necessário, chorarei por motivos que eu achar digno e usarei meu próprio dinheiro para fazer o que eu quiser, sem precisar me justificar para ninguém!".Teve vontade de dizer para ele engolir o ranço e voltar a viver com toda aquela vida vazia e pobre que ele tinha antes dela. "Não tenho mais paciência com criança  - e olha que eu sou infantil".&lt;br /&gt;    "Por mais que a gente tente, não tem como ser doce pra sempre", pensou. Com ele, pelo menos, não mais. E embora ela fosse feita só de amor, foi obrigada a vestir a capa da indiferença. Algumas coisas são jogadas na lata do lixo e não há processo que as traga de volta e façam ser o que não são. Às vezes, é preciso um ponto final. E como já dizia o poeta "Todo fim é um recomeço..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3787798955889259147?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3787798955889259147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/eu-parei-de-insistir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3787798955889259147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3787798955889259147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/eu-parei-de-insistir.html' title='eu parei de insistir'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-3727850835512668259</id><published>2009-07-02T08:31:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T14:04:54.014-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Talvez pareça desespero, mas é só saudade&lt;br /&gt;Do que um dia fomos e não voltaremos ser&lt;br /&gt;E eu sei que não sumiu nem deixou de ser verdade&lt;br /&gt;Mas acho tão estranho quando o vento bate &lt;br /&gt;pra lembrar que a vida quase que destraída&lt;br /&gt;me levou por outros caminhos que não você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, eu não quero acreditar que nos perdemos tanto&lt;br /&gt;E que não há o que podemos fazer pra voltar a ser como antes&lt;br /&gt;Não estamos tão longe assim, você sabe bem que&lt;br /&gt;A distância das coisas se mede pelo lugar que ocupam no coração&lt;br /&gt;Todas as cartas, memórias e músicas não somem, é claro que não&lt;br /&gt;E eu já não acho mais que te querer bem é andar na contramão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vai e segue a tua vida, faz o que tiver que fazer&lt;br /&gt;Não vou mais procurar respostas que não existem por não querer&lt;br /&gt;E não adianta cantar nem berrar, eu vou continuar aqui com ou sem você&lt;br /&gt;Não se preocupe, não vou me lamentar e muito menos me arrepender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-3727850835512668259?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/3727850835512668259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/talvez-pareca-desespero-mas-e-so.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3727850835512668259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/3727850835512668259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/talvez-pareca-desespero-mas-e-so.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-8500388571589956598</id><published>2009-07-01T10:31:00.001-07:00</published><updated>2009-07-02T08:31:06.352-07:00</updated><title type='text'>recaída</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Tu vai ficar bem.&lt;br /&gt;É o que ele me diz, assim, de mansinho, passando os dedos devagar pelos meus cabelos, buscando de alguma maneira me consolar do que ele nem sabe direito. Tentando fazer o papel do amigo que te mostra que a vida segue adiante que, enfim, tudo passa e que tu vais sobreviver - com ele do teu lado. Respiro fundo, dou um sorriso falso de lado, tentando me manter firme, como se não tivesse incomodada, como não tivesse desesparada, partida em mil pedaços, tentanto juntar todos os caquinhos quebrados pra me fazer inteira de novo.&lt;br /&gt;- É, eu sei que vou.&lt;br /&gt;Respondo calma, nunca olhando diretamente nos olhos dele, mas reto, como se observasse e buscasse compreender o que acontece dentro de mim. "Vou ficar, sim. Já estive pior", pensei. Mas o que realmente trouxe toda essa insegurança e vontade de sumir, se esconder, cavar um buraco e se enterrar foram aquelas mesmas notas em outras canções, aquelas que não falam mais por mim, nem são mais para mim. O que me confortava antes - isso de não pensar mais nele, no outro, naquele distante, de conseguir seguir em frente e ter controle da minha vida - agora me maltratada, me joga na cara, vendo que só foi feito isso, só se desistiu, só se seguiu em frente porque o outro fez isso primeiro. Ou pior: não fez, não teve que fazer. Simplesmente nunca estava aqui, talvez. "E não é que eu seja de desistir, tu sabe que eu não desisto, mas acontece que eu atingi o meu limite". E se torna tão vazio perceber que não há mais formas pra contar, nem dizer, nem transmitir, que as coisas não vão mudar e que em algum lugar alguma coisa se perdeu, que realmente não está mais aqui. Os telefones não tocam mais, as cartas não chegam, as músicas seguem outros caminhos, os corpos não se tocam e não há mais nada nos olhares que não são trocados. E já se tornou inútil buscar nas palavras, recortes, desenhos, pinturas algo que faça o outro perceber que, afinal, embora eu minta e diga que não, que eu esconda de todos e até de mim mesma -  fora esses momentos de dor e clareza - eu ainda estou aqui. Eu ridiculamente estou aqui.  Pateticamente, estou aqui. Vulnerável, doida, partida. Ainda só, ainda nua, virando pó e ainda tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(esse texto podia muito fazer parte do outro blog lá).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-8500388571589956598?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/8500388571589956598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/ainda-tua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8500388571589956598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/8500388571589956598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/07/ainda-tua.html' title='recaída'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-6436578545847406364</id><published>2009-06-22T19:34:00.000-07:00</published><updated>2009-06-22T19:48:24.115-07:00</updated><title type='text'>esse jeito irritantezinho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;L diz:&lt;br /&gt;até quando eu tava subindo as escadas, pensei "ela tem esse jeito levemente irritantezinho, mas me deixou alegre, já"&lt;br /&gt;L diz:&lt;br /&gt;fiquei alegre de ter conversado contigo, mas nem é por nada dito, é mais pela troca.&lt;br /&gt;L diz:&lt;br /&gt;irritantezinho no bom sentido.&lt;br /&gt;mayah diz:&lt;br /&gt;a gente é bom nisso de trocas, né&lt;br /&gt;mayah diz:&lt;br /&gt;a gente troca bem as coisas em pouco tempo&lt;br /&gt;mayah diz:&lt;br /&gt;enquanto eu conversava contigo eu pensei que perto de ti eu não sou tão impenetrável assim&lt;br /&gt;L diz:&lt;br /&gt;ah, que bonito isso.&lt;br /&gt;mayah diz:&lt;br /&gt;me explica o irritantezinho&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;mas é, a gente troca rapidamente, daí não perde tempo e vai falar direto do Grande Medo.&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;que é o que nos une.&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;tá, o irritantezinho é esse teu jeito de querer parecer mais alegre, mais forte, mais bem-resolvida, mais descolada até, do que eu sei que é.&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;mas eu não caio.&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;mas tu sabe que eu não caio.&lt;br /&gt;L:&lt;br /&gt;daí a gente se entende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra ele que não cai, que me desvenda e me desnuda tão naturalmente que eu sequer consigo evitar, fugir, disfarçar. Ele que com aqueles olhos azuis -  da mesma cor do céu das tardes quentes daquele melhor verão - consegue ver através de mim, enxergando o que tento esconder no lugar mais escuro e profundo do meu corpo, alma, coração. Ele que nos encontrões em corredores, entradas e saídas de aula, em trocas de sorrisos, abraços e meias frases e palavras inteiras como se fossem selecionadas para um roteiro pré-determinado, consegue ajudar a desvendar um pouco mais de mim, no meio dessa bagunça que é viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-6436578545847406364?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/6436578545847406364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/l-diz-ate-quando-eu-tava-subindo-as.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6436578545847406364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6436578545847406364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/l-diz-ate-quando-eu-tava-subindo-as.html' title='esse jeito irritantezinho'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-6345675170141494848</id><published>2009-06-20T05:30:00.000-07:00</published><updated>2009-06-21T19:29:04.395-07:00</updated><title type='text'>Ainda sobre escrever:</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Falando com o Z - uma dessas pessoas iluminadas que tu vê de longe que é do bem e que sente como poucos - nas raras (infelizmente) conversas que temos, ele comentou sobre a música que ele compôs (que é uma das coisas mais lindas que eu ouvi nos últimos tempos). Disse que não tinha sido ele quem a fez, que ele pegou ela por aí, no ar. Achei tão bonito. E o especial é que não é uma daquelas frases de efeito. Ele realmente deve ter pegado ela por aí, no ar. Li uma vez que nós, seres humanos, fazemos parte do universo e através de nós este tenta se expressar. A evolução não passa do universo buscando a perfeição para expressar a si próprio. Massa, né? Acontece que nos desligamos tanto da nossa origem e somos tão consumidos por outras distrações externas que, destreinados e esquecidos, nem percebemos o que o universo se esforça pra nos transmitir, passamos reto, nem sentimos. Mas o Z, sensível como é, conseguiu pegar essa boniteza toda, pairando no ar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segue a letra da belezura aí:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um Pouco Só&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Eu andei me achando um pouco só, um pouco demais&lt;br /&gt;Apesar de quase nunca ter lhe demonstrado&lt;br /&gt;Normalmente me disfarço em linhas feitas pra pensar&lt;br /&gt;Mas isso não quer dizer que eu esteja fugindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa quanto tempo vai durar&lt;br /&gt;Não nado contra &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Prefiro conversar sobre a vida, a paz e a guerra&lt;br /&gt;E como nos sentimos sós quando o vento sopra a vela&lt;br /&gt;Será que nada faz parar todo esse cinza na janela?&lt;br /&gt;Que poe as cores para descansar quando a gente menos espera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estamos juntos nessa solidão&lt;br /&gt;Não nade contra &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Prefira conversar sobre a vida, a paz e a guerra&lt;br /&gt;E como nos sentimos bem enquanto o vento sopra a vela&lt;br /&gt;E não vai mais poder lembrar daquele cinza na janela.&lt;br /&gt;Por que as cores todas vão dançar enquanto a solidão espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;P.S.: Depois de postado, lendo aquela mesma carta do Caio F. pro Zezin, ele diz o seguinte: "Às vezes penso que, quando escrevo, sou apenas um canal transmissor, digamos assim, entre duas coisas totalmente alheias a mim, não sei se você entende. Um canal transmissor com um certo poder, ou capacidade, seletivo, sei lá". Caiu feito luva pra esse post aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-6345675170141494848?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/6345675170141494848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/ainda-sobre-escrever.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6345675170141494848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6345675170141494848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/ainda-sobre-escrever.html' title='Ainda sobre escrever:'/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-496283194489166380</id><published>2009-06-20T04:47:00.001-07:00</published><updated>2009-06-20T06:40:06.513-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um dia desses tava reclamando (de novo pra mim mesma - e faço isso muito) que não conseguia mais escrever. Não saía, sabe, não fluía. Ainda não flui. Dai tava aqui sem fazer nada e resolvi ler um pouco mais de Caio (porque ele sim flui que é uma beleza) e a carta dele pro Zezim diz o seguinte: 'Essa perguntinha: você quer mesmo escrever? Isolando as cobranças, você continua querendo? Então vai, remexe fundo, como diz um poeta gaúcho, Gabriel de Britto Velho, "apaga o cigarro no peito / diz pra ti o que não gostas de ouvir / diz tudo". Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora. A única recompensa é aquilo que Laing diz que é a única coisa que pode nos salvar da loucura, do suicídio, da auto-anulação: um sentimento de glória interior. Essa expressão é fundamental na minha vida.' Talvez - e eu digo talvez porque atualmente tenho receio de fazer qualquer afirmação fatal, que não conste um pouco de dúvida - talvez eu tenha medo, mesmo. Porque dói, dói, dói. Melhor deixa lá guardadin porque daí não dói tanto, sabe. Dói só um pouco, internamente. Mas de repente explode e já era, sai tudo em vômito de palavras, em choros desperados, em ligações que não deveriam ser feitas, sentimentos tão controversos que não deveriam ser expostos. Mas, uma hora ou outra, sempre são. Ele fala na carta de escrever sobre "as vontades mais homicidas, o aparentemente inconfessável, as culpas mais terríveis". Acho que ainda não tou pronta pra repetir as minhas vontades que são frequentes e não passam, pra confessar tais sentimentos, nem tenho paciência nem folêgo para me culpar por nada. Não quero sua desculpa, nem aprovação, poupe-me de seu perdão.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele diz, ainda na mesma carta, que conheceu Clarice Lispector, que foi por muito tempo a minha musa. E disse que ela era muito infeliz e morreu sozinha, sendo chamada até de "meio doida". Fiquei me perguntando se seria esse meu destino, por sentir demais, sofrer demais, me perder nas palavras, pensamentos, sentimentos: morrer só e incompreendida, como ela. Não que eu esteja me comparando à Clarice Lispector - não chego nem aos pés da genialidade dela - mas tem algo nela que diz muito, muito sobre mim.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Logo depois que eu escrevi sobre vomitar o que se escreve, encontrei o Caio, de novo, falando com o Zezim: "Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta. E eu acho — e posso estar enganado — que é isso que você não tá conseguindo fazer. Como é que é? Vai ficar com essa náusea seca a vida toda? E não fique esperando que alguém faça isso por você. Ocê sabe, na hora do porre brabo, não há nenhum dedo alheio disposto a entrar na garganta da gente". Como se estivesse me dizendo: toma coragem, vai lá, mete o dedo, passa mal e vomita. Não quero ficar com essa náusea seca pra vida toda, não quero não.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-496283194489166380?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/496283194489166380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/um-dia-desses-tava-reclamando-de-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/496283194489166380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/496283194489166380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/06/um-dia-desses-tava-reclamando-de-novo.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6456468868015758762.post-6119762501653515887</id><published>2009-05-25T11:48:00.001-07:00</published><updated>2009-05-25T11:48:26.767-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ainda bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje faz um ano dessa reviravolta toda. Que eu me encontrei, me perdi, que cresci e algumas horas fui muito mais, outras muito menos do que eu sou. Não sei se é bom ou ruim, se tou comemorando ou só constatando. A verdade é que não conseguiria – nem poderia - deixar passar essa data em branco. &lt;br /&gt;Ontem eu tava conversando com a Tex sobre como as coisas ficam mais leves quando as esperanças e as expectativas se acabam. É aquela coisa do “tudo perde seu valor quando se espera algo em troca”. Apesar de ser um pouco triste não esperar mais, de desistir – não bem essa palavra, mas uso essa por falta de outra melhor – tem-se uma sensação de liberdade, de que, enfim, se superou. Não que tenha passado ou sido esquecido, mas foi superado. Percebe-se que se tornou algo que é possível olhar para trás sem dores nem mágoas, com carinho e um pouco de nostalgia, mas nada que te arranque o coração fora, que dê aquele aperto no peito, como antes. E embora sempre haja recaídas e se saiba que o coração vai bater mais forte quando ele te ligar ou se encontrarem num desses dias, esquinas, vidas, embora saiba-se que algumas coisas não vão mudar, que ele ainda vive dentro de si própria e que pense nele todos os dias -  mesmo que negue -  embora todas essas situações e outras mais que não convém citar, consegue-se seguir em frente para, quem sabe, um novo amor. E de algum forma, de algum jeito torto, esse mesmo, que eu sei e gosto muito de fazer, levanta-se a cabeça e caminha-se pra frente, no começo meio bamba, com medo de tropeçar, mas logo com passos firmes e fortes, te levando pra um novo lugar. E, apesar das partidas doerem, das respostas nunca chegarem, dos dias de angústias, tristezas e saudades, apesar apesar apesar, sabemos que valeu a pena, que não seria a mesma se não fosse ele, que se tornou uma pessoa melhor, mais completa e verdadeira. Valeu a pena e ainda vai valer, sabemos no fundo. Porque não morreu, porque é o tipo de coisa eterna que vai nos alegrar por muitos anos, porque amor como esse não some, nem desaparece. Porque é real e bonito.&lt;br /&gt;E no fundo, só o que espera é que daqui a um ano possam se encontrar e dizer “hoje faz dois anos” e sorrir e ver que não sumiu, que ainda guardam o mesmo carinho, amizade, cumplicidade. E que, quem sabe, exista ainda um pouco de paixão, vontade, tesão. Que possam viver aqueles momentos intensamente como sempre souberam fazer e que consigam dizer adeus sem que doa. E que ainda, daqui a muitos anos, se encontrem só para dizer “ainda bem que no meio de tanta gente eu encontrei você”. Ainda bem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6456468868015758762-6119762501653515887?l=srilankaquemsabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/feeds/6119762501653515887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/05/ainda-bem-hoje-faz-um-ano-dessa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6119762501653515887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6456468868015758762/posts/default/6119762501653515887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://srilankaquemsabe.blogspot.com/2009/05/ainda-bem-hoje-faz-um-ano-dessa.html' title=''/><author><name>Mayah</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16679805591312129632</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
